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Intercâmbio esportivo abre portas acadêmicas e profissionais

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Unir a prática de modalidades esportivas a uma formação acadêmica de excelência no exterior tem sido o principal objetivo de jovens que buscam o intercâmbio esportivo. Esse modelo de programa permite ao estudante viajar para outro país com o propósito de treinar em clubes e instituições de referência, participar de competições de alto nível e aprimorar um novo idioma, desenvolvendo competências valorizadas pelo mercado de trabalho global.

Marina Jendiroba, diretora-executiva da Intercultural, empresa que atua há mais de três décadas no mercado de educação internacional, aponta que tem crescido significativamente o número de jovens brasileiros que utilizam o esporte como ferramenta de acesso a instituições de ensino estrangeiras. Ela destaca que os comitês de admissão internacionais valorizam o perfil do estudante-atleta, transformando a dedicação atlética em um critério crucial para a conquista de vagas e auxílios financeiros.

“Além da evolução técnica no esporte, o intercâmbio esportivo proporciona um profundo amadurecimento pessoal e acadêmico. Os jovens desenvolvem independência, maturidade, disciplina e confiança ao aprenderem a conviver com diferentes culturas. No aspecto educacional, eles passam a ter acesso a uma formação global. Essa trajetória abre portas diretas para oportunidades em colleges e universidades no exterior”, explica.

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Embora o mercado ofereça programas de curta duração voltados para o período de férias (como as Training Academies e cursos de idioma com esporte), a executiva reforça que o grande diferencial para quem busca construir uma carreira acadêmica e conquistar bolsas de estudos reside nos programas de High School (o equivalente ao Ensino Médio brasileiro) e nas bolsas universitárias. Nessa categoria de longo prazo, os destinos mais procurados e prestigiados do mundo são os Estados Unidos e o Canadá.

Nos Estados Unidos, um dos principais referenciais no segmento, a variedade de modalidades integradas ao ambiente escolar e universitário é imensa, abrangendo futebol (masculino e feminino), basquete, vôlei, tênis, golfe, baseball, futebol americano, natação, atletismo (track & field), wrestling, lacrosse, polo aquático e até cheerleading e e-sports. Já no Canadá, destacam-se esportes de alto rendimento, como o tradicional hóquei no gelo, além de basquete, futebol, vôlei, tênis, golfe e atletismo.

Para Jendiroba, a grande maioria dos estudantes-atletas de 14 a 23 anos consegue bolsas de estudo atléticas que reduzem significativamente os custos com mensalidades, moradia, alimentação e materiais esportivos. O processo seletivo analisa o equilíbrio entre o rendimento técnico e o desempenho escolar, exigindo exames oficiais como o TOEFL e o SAT.

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“Quanto melhor o perfil acadêmico e esportivo do aluno, maiores são as chances de auxílio e menores os custos familiares. Além disso, a bolsa pode ser reajustada para cima durante o programa, conforme a evolução do estudante”, detalha a diretora-executiva da Intercultural.

Durante a vivência internacional, os benefícios comportamentais são evidentes. Segundo Marina Jendiroba, os jovens desenvolvem disciplina, liderança, responsabilidade, resiliência e a capacidade de trabalhar em equipe ao lidar com a rotina de treinos e as exigências escolares. Eles também dispõem de estruturas de treinamento profissionais avançadas, o que impulsiona um preparo técnico ímpar e eleva o nível de competitividade.

“Muitas vezes, essa jornada começa cedo, no High School, e evolui naturalmente para uma graduação em universidades internacionais. Esse ecossistema dá aos jovens uma visibilidade muito maior perante técnicos e olheiros, gerando novas oportunidades no esporte e acesso a aprendizados e infraestruturas que dificilmente eles encontrariam no Brasil”, conclui.

Para saber mais, basta acessar o site da Intercultural: https://www.intercultural.com.br/



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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro

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Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração.

A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, esclareceu a agência reguladora.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

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Os valores cobrados são os seguintes:

  • na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido.
  • na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.



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