ECONOMIA
PASI Farma dá acesso a produtos de farmácia a preço de custo
ECONOMIA
Ao longo dos seus 37 anos de história, o PASI tem ampliado constantemente seu conceito de proteção social com soluções que incentivam a qualidade de vida e o cuidado contínuo com a saúde e o bem-estar. Dando sequência a esse legado, a companhia lança o PASI Farma, novo serviço que passa a integrar o seu ecossistema de soluções e que garante aos segurados acesso a medicamentos e demais produtos farmacêuticos pelo preço de custo, ou seja, sem a margem de lucro que farmácias tradicionais adicionam na ponta do varejo.
O Brasil enfrenta um cenário desafiador quando o assunto é acesso à medicação. Segundo o IBGE, os medicamentos representam cerca de 33,7% de todos os gastos das famílias com saúde, evidenciando o peso significativo desses itens no orçamento doméstico. Nesse cenário, o PASI Farma surge como uma solução para aliviar o peso financeiro e ampliar o acesso à saúde, permitindo que trabalhadores e suas famílias cuidem da saúde sem abrir mão do equilíbrio econômico.
“O foco do PASI Farma não é oferecer descontos, pois isso já está saturado no mercado. Nosso objetivo é oferecer um serviço inédito com economia real no bolso do segurado e dar acesso a um produto sem margem de lucro, proporcionando a inclusão de milhões de pessoas em um tipo de serviço antes não acessível para toda a população”, destaca Bárbara Capurucho, Superintendente de Produtos e Marketing do PASI.
“É importante ressaltar que o serviço não inclui apenas medicamentos, mas também todo tipo de produto que pode ser encontrado na farmácia, como suplementos, vitaminas, produtos de higiene, entre outros”, reforça a executiva.
Experiência simples, digital e acessível
A experiência na utilização do serviço é prática e rápida. O segurado faz todo o atendimento, cotação e transação diretamente pelo WhatsApp, inclusive com a possibilidade de enviar áudios e escolher como é mais conveniente pagar: via Pix, cartão ou boleto.
Os preços são consultados no momento da solicitação, garantindo sempre a redução do custo conforme o preço do dia, podendo proporcionar reduções ainda maiores de acordo com negociações sazonais com alguns laboratórios e indústrias. Após a compra, os produtos são entregues diretamente no endereço informado, com o frete por conta do segurado, proporcionando mais comodidade e discrição na aquisição dos produtos.
Para Bárbara, que está há mais de 15 anos na companhia e acompanha de perto a evolução das necessidades dos clientes, o lançamento materializa uma visão que o PASI vem consolidando ao longo dos anos:
“Por meio da Instituição Seguros conseguimos dar acesso a oportunidades completas de cuidado e proteção para todos e promover real impacto na vida das pessoas, com mecanismos simplificados de baixo custo e alto valor agregado. É a ampliação do conceito de proteção para que ele esteja presente também no dia a dia do trabalhador e de sua família”, complementa Bárbara.
Um diferencial também para empresas e corretores
Além de beneficiar diretamente os segurados, o PASI Farma também representa uma oportunidade estratégica para empresas que desejam oferecer ainda mais benefícios para os seus colaboradores.
Ao contratar esse serviço, empresas de qualquer porte oferecerão um recurso que promove saúde e bem-estar, reforçando a percepção de cuidado e responsabilidade social. O PASI Farma pode ser utilizado sempre que necessário, desde o remédio recorrente ao item de cuidado básico. É economia que o colaborador sente no bolso desde o primeiro pedido.
Ao incorporar o PASI Farma em seu portfólio de produtos, o corretor se transforma em um agente multiplicador do acesso à saúde, gerando fidelização e levando benefícios de alto valor agregado que superam a percepção de relevância de um seguro de vida tradicional.
Para mais informações, basta acessar: www.pasi.com.br/pasi-farma
ECONOMIA
Tendência multiuso dita o futuro de strip malls em SP
O volume de recursos destinados a empreendimentos imobiliários de uso misto registrou um forte salto de 131% no estado de São Paulo, impulsionado por uma mudança estrutural nas preferências de habitação, trabalho e consumo que transformou esses projetos na tipologia mais resiliente e rentável do mercado atual. Os dados acima são de uma pesquisa conduzida pela Fundação Seade e evidencia o apetite do setor por complexos que integram moradia, trabalho, comércio e lazer em um único local, atraindo incorporadores e consumidores focados em reduzir o tempo de deslocamento urbano e aumentar a sustentabilidade.
A convergência para o modelo multiuso reflete a busca por soluções de mobilidade nas grandes metrópoles, mitigando gargalos históricos através do adensamento planejado. Para Marcos Saad, sócio-fundador da MEC Malls, empresa que desenvolve e faz a gestão de strip malls, o cenário atual exige essa evolução de formato. “Os ativos multiuso estão vencendo o jogo na performance do mercado imobiliário moderno, superando de forma consistente a rentabilidade e a resiliência de espaços tradicionais”, afirma Saad, enfatizando um dos empreendimentos geridos por sua empresa e que segue o mesmo modelo.
“Temos em nosso portfólio o Villa Multimall, empreendimento multiuso que reúne, em um só lugar, serviços, lojas, escola, torres residenciais, restaurantes e cinema”, explica o empresário, citando o espaço, localizado em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Essa transformação atinge também estruturas tradicionais do varejo. Dados do Censo Brasileiro de Shopping Centers, realizado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), destacam o avanço de conceitos multiuso como o principal pilar estratégico na expansão e modernização desses ativos.
Mário Thurler, sócio-fundador da MEC Malls, reforça o impacto dessa tendência para o varejo físico: “os strip malls não operam mais como apenas um espaço de compras. Eles se consolidam cada vez mais como locais de convivência e conveniência, mesclando torres corporativas, residenciais e de serviços em seu entorno”, completa. Prova dessa mudança são os resultados de pesquisas desenvolvidas pela consultoria Urban Systems, indicando que esses empreendimentos demandam um olhar estratégico estendido. Estudos de vocação imobiliária e de viabilidade para complexos multiusos demandam projeções de longo prazo, de até 30 anos. É preciso analisar cirurgicamente a integração urbana, a sinergia direta entre os produtos e a mitigação estrutural de riscos.
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