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Modelo por assinatura redefine investimentos em tecnologia

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Uma nova modalidade de acesso a equipamentos para o setor gráfico está sendo adotada por empresas que buscam alternativas ao modelo tradicional de aquisição de máquinas. Baseado em um sistema de assinatura, o serviço permite o uso de equipamentos mediante pagamento mensal, sem a necessidade de compra imediata do ativo.

O projeto, denominado RHB Signature, foi desenvolvido para o mercado de outsourcing de impressão. No modelo, o cliente utiliza os equipamentos durante o período contratual mediante pagamento recorrente e, ao final do contrato, pode optar pela aquisição do ativo, conforme as condições estabelecidas.

A proposta está alinhada a modelos de contratação já utilizados em diferentes segmentos da economia, nos quais empresas priorizam despesas operacionais recorrentes em vez da aquisição direta de ativos. Nesse contexto, destacam-se os conceitos de CAPEX (Capital Expenditure) e OPEX (Operational Expenditure).

CAPEX refere-se aos investimentos realizados na compra de bens de longo prazo, como máquinas e equipamentos, que passam a compor o patrimônio da empresa. Já OPEX corresponde às despesas operacionais recorrentes necessárias para a manutenção das atividades, incluindo contratos de assinatura, locação e serviços.

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Segundo Rodolfo Villas Boas, CEO da RHB Solutions, o modelo foi estruturado para atender empresas que buscam maior previsibilidade financeira na renovação de seus equipamentos.

“Observamos que muitas empresas enfrentam desafios relacionados ao investimento inicial necessário para atualização tecnológica. O modelo de assinatura permite distribuir esse investimento ao longo do contrato, mantendo o acesso aos equipamentos durante todo o período de utilização”, afirma.

De acordo com o executivo, outro aspecto considerado na criação da solução foi a possibilidade de atualização do parque tecnológico das empresas.

“Em mercados sujeitos a constantes evoluções tecnológicas, as organizações precisam avaliar não apenas o custo de aquisição, mas também o ciclo de vida dos equipamentos. O modelo de assinatura oferece uma alternativa para que essa atualização ocorra dentro de um planejamento financeiro previamente definido”, explica.

O serviço é direcionado a empresas que desejam utilizar equipamentos de impressão sem realizar a aquisição imediata dos ativos, adotando uma estrutura baseada em despesas operacionais recorrentes.



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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