ECONOMIA
Mangueiras para sucção e descarga de óleo garantem segurança
ECONOMIA
A movimentação segura de óleos, álcool e derivados de petróleo em instalações industriais e embarcações depende diretamente da qualidade e da compatibilidade dos componentes de condução utilizados. Segundo levantamento da Market Research Future, o mercado global de mangueiras para óleo foi avaliado em US$ 2,07 bilhões em 2024 e deve atingir US$ 3,33 bilhões até 2035, crescendo a uma taxa anual composta de 4,42%, impulsionado pelo aumento das exigências regulatórias de segurança e pela expansão do setor de petróleo e gás.
No Brasil, o setor de petróleo e derivados movimenta volumes expressivos em operações de transbordo em navios e terminais portuários. De acordo com o Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis da ANP, o país registrou produção superior a 3,5 milhões de barris de petróleo por dia em 2024, reforçando a demanda por equipamentos de condução com alta confiabilidade técnica.
Segundo o diretor da Maxxflex José Francisco dos Santos, “mangueiras destinadas à sucção e descarga de derivados de petróleo precisam combinar tubo interno resistente quimicamente ao produto conduzido, reforço estrutural robusto e cobertura externa capaz de suportar abrasão, intempéries e ozônio, pois qualquer falha nesse conjunto pode resultar em vazamentos com consequências ambientais e operacionais graves”.
No mercado brasileiro, fabricantes especializados em borracha técnica desenvolvem soluções voltadas a essas exigências. A mangueira ACSOE – Sucção e Descarga de Óleo (Trabalho Pesado) é um exemplo de produto projetado para aplicações em navios petroleiros e transbordos, com tubo interno em borracha sintética resistente a derivados de petróleo e álcool, reforço em lonas têxteis e espiral de arame de aço, cobertura resistente à abrasão, intempéries e ozônio, e temperatura de operação de até 110°C.
A conformidade com normas técnicas de segurança e a rastreabilidade de especificações têm sido apontadas por gestores do setor como critérios centrais na aquisição de mangueiras para operações com derivados de petróleo, reforçando a relevância de componentes com desempenho verificável em campo para setores como petroquímica, logística portuária e mineração.
ECONOMIA
Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil
As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.
Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.
O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.
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