ECONOMIA
Kessy Borges celebra 14 anos de carreira
ECONOMIA
Após 14 anos dedicados à arte da tatuagem, a artista capixaba Kessy Borges celebra uma trajetória marcada pela criatividade, empreendedorismo e impacto social. Para comemorar a data, ela preparou um encontro especial no Studio PARLA, em Vitória (ES), reunindo arte, descontração e conexões humanas em duas noites exclusivas.
O evento acontece nos dias 2 e 8 de julho, às 19h30, e tem como proposta proporcionar momentos de criação e troca entre os participantes. A programação inclui uma oficina de cerâmica acompanhada por vinho, petiscos e conversas, refletindo a essência da trajetória de Kessy: transformar a arte em um espaço de expressão, acolhimento e encontro.
Com vagas limitadas e turmas já encerradas, a ação se trata de um evento fechado, destinado a clientes que acompanham e fazem parte da trajetória da tatuadora há muitos anos. Além de marcar a celebração profissional, o encontro representa um momento de reconhecimento e aproximação com pessoas que contribuíram para a construção dessa história.
Reconhecimento internacional
O momento festivo coincide com uma nova etapa em sua carreira. Kessy está em processo de obtenção do visto O-1 dos Estados Unidos, concedido a profissionais que demonstram habilidades extraordinárias e reconhecimento de destaque em suas áreas de atuação. A categoria é destinada a talentos que alcançaram projeção relevante nos campos das artes, cultura, entretenimento, ciência, educação, negócios e esportes.
Para a tatuadora, o reconhecimento internacional é resultado de uma trajetória construída com dedicação, estudo e sensibilidade artística. O processo para obtenção do visto O-1 representa mais um passo na expansão de sua atuação para novos mercados e públicos.
“O processo do visto O-1 simboliza a possibilidade de levar meu trabalho para além das fronteiras, mas o que mais me orgulha continua sendo o impacto que a arte pode gerar na vida das pessoas. Minha arte precisa fazer as pessoas felizes. Resgatar a autoestima delas é meu maior prêmio”, conclui.
Reconhecida pelo trabalho autoral no estilo Fine Line e arte ornamental, Kessy construiu uma identidade artística própria ao longo dos anos, atraindo clientes de diferentes regiões do Brasil e do exterior. Sua produção transita entre a tatuagem, a arte contemporânea e a estética minimalista, transformando a pele em suporte para narrativas pessoais e processos de ressignificação.
Mais do que uma carreira consolidada, a artista encontrou na tatuagem uma ferramenta de transformação social. Entre seus projetos mais relevantes está o trabalho voluntário de cobertura de cicatrizes intitulado “Renascer” para mulheres em situação de vulnerabilidade, vítimas de violência doméstica, sobreviventes do câncer ou pessoas que passaram por acidentes traumáticos. Por meio da arte, ela contribui para a reconstrução da autoestima e da relação dessas mulheres com seus próprios corpos.
“Completar 14 anos de carreira me faz olhar para trás com gratidão e para frente com ainda mais propósito. Pensei essa celebração como um momento para criar, compartilhar histórias, brindar conquistas e fortalecer conexões. A arte sempre foi uma ponte entre pessoas, e quero que essas noites representem exatamente isso”, afirma Kessy Borges.
A celebração dos 14 anos simboliza não apenas uma conquista profissional, mas a consolidação de uma trajetória que une arte, acolhimento e transformação social, características que têm marcado a trajetória de Kessy Borges dentro e fora dos estúdios de tatuagem.
ECONOMIA
“Fizemos o Plano Safra voltado à transição ecológica”, diz ministra
A ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, declarou que o Plano Safra para a agricultura familiar, além de ser o maior em crédito, com a oferta de R$ 85,2 bilhões, também é o melhor, por ter reduzido a taxa de juros.
“Agora conseguimos produzir alimentos com a taxa de 2%. Se for agroecologia com a taxa de 1%”, destacou durante o programa Bom Dia, Ministra , do Canal Gov , na manhã desta quarta-feira (1º).
“Fizemos um Plano Safra que está voltado para a transição ecológica, que vem com todo um pacote de assistência técnica para garantir que a agricultura familiar possa produzir com insumos biológicos, cuidando do meio ambiente, cuidando dos recursos naturais e aplicando as melhores práticas”, complementa Fernanda.
De acordo com a ministra, a política pública – lançada nessa terça-feira (30) com incremento de 9% na oferta de crédito para o segmento – é parte de uma curva crescente. Fernanda lembrou que em 2023, a produção de alimentos tinha disponível em crédito R$ 53 bilhões, com distribuição concentrada na Região Sul.
“Conseguimos fazer com que ele chegasse a todas as regiões, focando e dando condições mais facilitadas para os agricultores familiares que estão nas regiões que têm menor acesso, como as regiões Norte e Nordeste”, diz Fernanda Machiaveli.
A ministra também destacou que a pasta do Desenvolvimento Agrário também mantém um conjunto de medidas para proteger a agricultura familiar dos efeitos da mudança climática, como o Pró- Agro, que é um seguro para quem contrata o Pronaf, e o Garantia Safra, que garante um benefício como proteção aos agricultores de subsistência do semiárido.
“A atividade agrícola é uma atividade de risco e no contexto de mudanças climáticas esse risco fica muito maior e nós já sabemos que este ano vai ser um ano desafiador para a população como um todo e para a agricultura familiar, em especial.”
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) também mantém uma linha de crédito específica de adaptação climática, que alcança as produções das regiões Norte e Nordeste. Há ainda programa de fomento como o Terra à Mesa.
“Ontem nós publicanos o edital. São R$ 413 milhões para a adaptação climática na região do semiárido. Esse apoio é para os agricultores consigam enfrentar esse contexto de maior instabilidade climática. Serão R$ 8 mil para cada família. Vão ser 60 mil famílias no total, além de ter assistência técnica e formação”.
Os recursos poderão ser usados para implantação de cisterna, energia solar, implementar a irrigação, fazer quintal produtivo ou qualquer tecnologia que permita a adaptação da produção de alimento no contexto de estiagem.
“Pra o conjunto do país estão abertas as linhas de bioeconomia, de tecnificação, que tem taxa de 2% ao ano para financiar a irrigação. Dentro do [programa] Mais Alimentos tem toda a possibilidade de financiar a tecnificação para a adaptação climática. Tudo isso com taxas que vão de 1,5% até 2% para financiamento desses investimentos”, concluiu.
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