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Cooperativas de crédito avançam e ganham força no Brasil

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O cooperativismo de crédito segue ganhando espaço no sistema financeiro brasileiro, com crescimento superior ao dos bancos tradicionais e indicadores consistentes de solidez. Dados do Banco Central mostram que o segmento vem se expandindo em ritmo acelerado, consolidando-se como alternativa competitiva no país.

Em 2024, segundo o Banco Central, os ativos das cooperativas atingiram cerca de R$ 885 bilhões, com crescimento acima de 20%, enquanto o restante do sistema financeiro avançou em ritmo menor.

Outro diferencial está na presença territorial. As cooperativas já atendem cerca de 58% dos municípios brasileiros e, em muitos casos, são a única alternativa de atendimento financeiro presencial, ampliando a inclusão financeira no país.

Além da expansão, o modelo se destaca pelos indicadores financeiros. As cooperativas operam com índice médio de Basileia em torno de 18,1%, acima do mínimo regulatório, e estudos apontam níveis de inadimplência inferiores aos dos bancos tradicionais.

Outro aspecto que diferencia o setor é a distribuição dos resultados. Ao contrário dos bancos, que destinam lucros a acionistas, as cooperativas devolvem as chamadas “sobras” aos próprios cooperados.

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Exemplo disso é o Sicoob Credicom, que anunciou a distribuição de R$ 209 milhões em sobras referentes a 2025. Para o presidente da instituição, Dr. João Augusto Oliveira Fernandes, o resultado reflete a essência do modelo:

“A distribuição das sobras/cashback é uma das maiores expressões do nosso modelo, representando a devolução de um resultado construído coletivamente, com responsabilidade e participação ativa. Esse resultado reforça a solidez da cooperativa e o compromisso em gerar valor para todos”.

Com crescimento consistente, forte capitalização e participação crescente no mercado, o cooperativismo de crédito se consolida como um modelo que alia competitividade, proximidade e geração de valor compartilhado.



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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