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Aeroporto de Foz do Iguaçu impulsiona turismo nas Cataratas

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Poucos lugares no mundo reúnem belezas naturais e atrativos turísticos tão deslumbrantes quanto Foz do Iguaçu. Localizada no Oeste do Paraná, a cidade que é a 7ª mais populosa do estado com cerca de 299.112 habitantes, segundo o IBGE, abriga uma das Sete Maravilhas da Natureza, além de atrativos como o Parque das Aves, a Usina Hidrelétrica de Itaipu e o Marco das Três Fronteiras.

De acordo com dados da Secretaria Municipal de Turismo, o Parque Nacional do Iguaçu recebeu 1.688.828 visitantes neste ano. Esse aquecimento do setor é refletido diretamente no aeroporto, que somente em setembro registrou um crescimento de 29% no número de passageiros em comparação ao mesmo período de 2025.

Esse desempenho reforça a tendência de expansão observada ao longo de todo o ano. No acumulado de janeiro a setembro, o terminal movimentou 2.140.864 passageiros, um salto de 30,51% em relação ao ano anterior (1.640.349). O aumento expressivo no volume de embarques e desembarques consolida a cidade paranaense entre os principais destinos do Brasil. Confira os principais pontos turísticos:

A beleza incomparável das Cataratas do Iguaçu

As Cataratas do Iguaçu reúnem um espetáculo natural impressionante e inesquecível para quem as aprecia. Com mais de 275 quedas d’água e a impressionante Garganta do Diabo, abriga uma vasta biodiversidade no Parque Nacional do Iguaçu, que é lar de espécies ameaçadas como a onça-pintada e o tatu-canastra. Reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, a região combina turismo de natureza em trilhas e passeios que destacam seu valor histórico e cultural, preservando sítios arqueológicos e a herança dos povos indígenas que povoaram a área.

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Macuco Safari e seus encantos

Quem curte uma aventura, não pode deixar de visitar o Macuco Safari, localizado no Parque Nacional do Iguaçu. O passeio geralmente é dividido em três etapas: um percurso panorâmico de 2 km pela selva em um veículo elétrico silencioso; uma caminhada guiada de 600 metros pela mata para observar a fauna e a flora locais; além de um emocionante embarque em barcos bimotores no Rio Iguaçu que leva os visitantes para um banho inesquecível próximo às quedas das Cataratas.

Marco Três Fronteiras

O Marco das Três Fronteiras é um ponto turístico acessível que une história, cultura e gastronomia ao proporcionar uma vista privilegiada do encontro entre Brasil, Argentina e Paraguai. Além do obelisco centenário revitalizado com espelho d’água, o local abriga a Vila Cenográfica das Missões Jesuíticas, o Memorial Cabeza de Vaca e um famoso espetáculo cultural ao pôr do sol, junto às opções gastronômicas da região.

Itaipu Binacional

O passeio Itaipu Panorâmica é uma das opções de turismo na cidade. O tour é oferecido pela Usina Hidrelétrica de Itaipu, que fica localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, sendo uma boa alternativa para conhecer toda a estrutura. Como o passeio é rápido, quem tiver interesse em saber mais detalhes técnicos, deve optar pelo tour Itaipu Especial.

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Parque das Aves

Localizado ao lado do Parque Nacional, o Parque das Aves é um centro focado na conservação e resgate de espécies da Mata Atlântica ameaçadas de extinção. A visita imersiva convida os turistas a caminhar por viveiros em meio à mata, permitindo o contato próximo com tucanos, periquitos, araras, harpias e borboletas.

Como chegar a Foz do Iguaçu

Para quem vai à cidade via transporte aéreo, a principal porta de entrada é o Aeroporto de Foz do Iguaçu, que possui ligação direta com Guarulhos, Congonhas, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Santiago, no Chile. Diariamente, cerca de 7,5 mil embarcam e desembarcam no terminal.

A principal porta de entrada aérea para a cidade é o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, que conta com voos diretos para grandes hubs como Guarulhos, Congonhas, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Santiago (Chile). O terminal registra uma média diária de 7,5 mil passageiros. Em outubro de 2025, a infraestrutura foi reforçada com a ampliação da pista para 2.705 metros de comprimento, a segunda maior da Região Sul, permitindo um maior aproveitamento das companhias aéreas em suas operações, inclusive para destinos mais distantes.



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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro

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Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração.

A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, esclareceu a agência reguladora.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

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Os valores cobrados são os seguintes:

  • na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido.
  • na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.



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