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Gianecchini e Fernanda Souza reforçam campanha da Ultra

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Com o objetivo de acompanhar o movimento do mercado fitness, que passa a valorizar cada vez mais a autenticidade, o bem-estar e a identificação com diferentes estilos de vida, a Rede de Academias Ultra possui os atores Reynaldo Gianecchini e Fernanda Souza como embaixadores da marca. A parceria, que se reflete nas campanhas em veiculação, reforça o posicionamento da empresa em ampliar a identificação do público por meio de referências mais diversas e próximas da realidade dos consumidores.

Ivete Gama, CMO da Ultra, afirma que a escolha faz parte de uma estratégia alinhada ao posicionamento da empresa, que busca conectar as pessoas de forma real: “Hoje existe uma geração superconectada ao universo dos influenciadores fitness, mas existe também um público que não se identifica com esse repertório. Pessoas que viveram a era offline, que têm outras referências culturais e que precisam se enxergar nessa conversa”, detalha.

De acordo com a executiva, a rede possui 25% mais mulheres acima de 46 anos em comparação à concorrência, o que reforça a necessidade de estabelecer conexões com públicos que nem sempre acompanham creators do segmento fitness.

“Uma mulher de 55 anos talvez não siga influenciadores desse universo, mas certamente conhece Gianecchini e Fernanda Souza. São figuras que carregam trajetória, familiaridade, credibilidade e forte identificação geracional”, destaca.

A profissional também ressalta que os artistas representam uma visão mais ampla sobre a relação com a atividade física, alinhada ao conceito de “soft wellness” defendido pela marca. “A relação com o exercício muda ao longo da vida. Nem sempre está ligada à estética. Pode envolver saúde mental, disposição, longevidade, autoestima, bem-estar ou simplesmente qualidade de vida”, acentua.

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Soft Wellness aposta em acolhimento e acessibilidade

O conceito de soft wellness, conforme explica Gama, está presente em toda a jornada do aluno dentro das unidades da Ultra, desde o primeiro contato com a marca até a experiência durante os treinos. A proposta da rede é criar ambientes mais acolhedores e acessíveis, especialmente para pessoas que ainda não possuem familiaridade com o universo fitness.

Para reduzir essas resistências, a empresa aposta em espaços mais claros e receptivos, comunicação mais leve, atendimento próximo e estruturas pensadas para tornar a experiência menos intimidadora. Entre as iniciativas adotadas estão unidades sem catracas, com o objetivo de diminuir a sensação de barreira logo na entrada, além de aulas adaptadas a diferentes perfis e rotinas, incluindo formatos mais curtos.

A profissional destaca que o acolhimento não significa abrir mão de performance. Segundo ela, a rede mantém foco em equipamentos de alto padrão, estrutura robusta e experiência completa para alunos que já possuem uma rotina intensa de treinos e buscam resultados específicos.

“A diferença é que acreditamos que a academia não deve funcionar apenas para quem já se sente pertencente ao universo fitness, mas também para quem ainda está construindo essa relação”, pontua.

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Expansão da rede exige comunicação humanizada

A CMO da Ultra afirma que manter uma comunicação próxima e humanizada durante o processo de expansão acelerada da rede é um dos principais desafios estratégicos da marca. De acordo com a executiva, o crescimento da empresa não pode resultar em uma comunicação genérica ou distante da realidade dos consumidores.

“O que preserva essa proximidade é o fato de falarmos sobre comportamento humano, e não apenas sobre produto. A comunicação não é construída somente em torno de equipamentos, promoções ou performance, mas também sobre preguiça, insegurança, recomeços, rotina corrida, saúde mental e autoestima”, enfatiza.

A própria cultura da empresa incentiva uma construção de marca mais orgânica, baseada em experiências reais compartilhadas por colaboradores, alunos, influenciadores locais e equipes das unidades.

Segundo a executiva, embora a tecnologia tenha papel importante na expansão operacional da rede, o sentimento de pertencimento continua sendo construído a partir de relações humanas. “Crescer sem perder humanidade exige método, cultura e coerência entre discurso e experiência real”, conclui Ivete Gama.

Para mais informações, basta acessar: https://ultraacademia.com.br/



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IBRAMED completa 32 anos em setor de saúde em alta

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A indústria brasileira de dispositivos médicos segue em expansão. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), a produção industrial do setor atingiu R$ 26,1 bilhões em 2024, terceiro ano consecutivo de crescimento, com avanço de 11,5% sobre o ano anterior. O segmento reúne mais de 1.200 empresas e emprega cerca de 85 mil profissionais de forma direta, posicionando o Brasil entre os dez maiores mercados do mundo.

O movimento teve continuidade no ano seguinte. Levantamento da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS) aponta que o setor brasileiro de dispositivos médicos cresceu cerca de 7% em 2025, desempenho superior ao da média da indústria nacional no período. No campo das exportações, dados da Abimo indicam que a vertical de reabilitação respondeu por 11,89% das vendas externas de dispositivos médicos brasileiros em 2025, com crescimento de 26,64% no recorte analisado.

Tecnologia nacional ganha espaço no setor

Nesse contexto, a IBRAMED completa 32 anos de atuação em julho. Fundada em Amparo, no interior de São Paulo, a fabricante brasileira de equipamentos eletromédicos atua nos segmentos de estética, medicina estética, fisioterapia e saúde, com desenvolvimento tecnológico realizado no país.

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Segundo a empresa, a trajetória foi estruturada a partir de pesquisa aplicada, engenharia nacional, conformidade regulatória e aproximação com profissionais da saúde. A companhia informa possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), certificações de qualidade e atuação internacional em mais de 30 países, além de manter iniciativas voltadas à formação técnica e científica.

Para José Ricardo de Souza, presidente-executivo da IBRAMED, o avanço da indústria brasileira de dispositivos médicos depende da integração entre ciência, tecnologia, produção, educação e inovação. “A indústria nacional de saúde exige investimento contínuo em pesquisa, qualidade regulatória e formação profissional. Quando esses pilares caminham juntos, o setor ganha capacidade de desenvolver tecnologias alinhadas às necessidades clínicas e aos requisitos de segurança”, afirma.

Pesquisa e educação compõem estratégia

Entre as iniciativas citadas pela companhia estão o CEFAI, Centro de Estudos e Formação Avançada IBRAMED, e o IBRAMED Academy, plataforma de streaming voltada a treinamentos técnicos, conteúdos científicos e atualização profissional. A proposta, segundo a empresa, é aproximar o conhecimento produzido nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e aplicação clínica da rotina de profissionais que utilizam tecnologias eletromédicas.

A fabricante também informa que mantém investimento em estudos, artigos científicos e desenvolvimento de equipamentos voltados a diferentes recursos terapêuticos, como ultrassom, radiofrequência, fotobiomodulação, criolipólise, eletroestimulação, laser, jato de plasma e terapias combinadas. A empresa aponta que esse modelo acompanha uma demanda crescente por tecnologias que associam segurança, aplicabilidade clínica e embasamento técnico.

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Novas tecnologias estão previstas para 2026

No ciclo recente de inovação, a IBRAMED iniciou 2026 com o iLift, equipamento de ultrassom terapêutico facial com frequências de 5,5 MHz e 10,10 MHz, segundo informações da fabricante. A tecnologia é apresentada pela companhia como um recurso voltado à atuação em diferentes camadas da pele, especialmente em protocolos que envolvem qualidade cutânea, bioestimulação e abordagens faciais com ultrassom terapêutico.

A empresa também comunica que novas tecnologias devem ser apresentadas ainda em 2026. O anúncio ocorre em um momento em que a indústria nacional busca ampliar competitividade e fortalecer a produção local de dispositivos médicos.

A combinação entre crescimento setorial, pesquisa aplicada, qualificação profissional e produção nacional coloca a indústria brasileira de dispositivos médicos em uma posição estratégica para os próximos anos. Para empresas do segmento, o desafio passa por manter desenvolvimento tecnológico e educação continuada como parte da evolução do setor.



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