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UFMT fará estudo sobre impacto da graxaria em moradores de Cuiabá e VG

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01/12/2023
UFMT fará estudo sobre impacto da graxaria em moradores de Cuiabá e VG
Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) farão levantamento nas casas dos moradores de Várzea Grande e nos arredores de Cuiabá que estariam sendo impactados com o mau cheiro exalado pela graxaria da fábrica da Marfrig. Essa foi uma das definições após duas horas de discussões na audiência pública, presidida pelo vereador Luis Cláudio (PP), que discutiu sobre os impactos da graxaria na tarde de quinta-feira (30.11), na Câmara de Cuiabá.&nbsp
Ele havia feito uma sugestão anterior de uma comissão mista formada por técnicos da Marfrig, Câmara de Cuiabá e de Várzea Grande, Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), Prefeitura de Várzea Grande, UFMT e dos integrantes do Movimento Não à Graxaria. Contudo, os representantes da empresa não puderam se comprometer sem antes consultar a direção do frigorífico.&nbsp
“Vamos encaminhar o ofício à UFMT para que seja elaborado o estudo, que as casas atingidas sejam visitadas de forma aleatória com questionário e, após o levantamento, apresentaremos os resultados à empresa para discutir as soluções. Peço que o trabalho da UFMT seja acompanhado pelo vereador Ivan, de Várzea Grande, Câmara de Cuiabá, Prefeitura de Várzea Grande”, disse Luis Cláudio, autor do requerimento para a realização da audiência pública.&nbsp
Os depoimentos revelaram a insatisfação e o sofrimento da população com o odor da graxaria, que voltou a funcionar há cerca de um ano, após uma década de paralisação.
Cristina Souza, líder do Movimento Não à Graxaria, afirmou que a graxaria não fez um estudo de impacto de vizinhança antes de retomar as atividades e que a densidade demográfica da região aumentou nesse período, com a construção de condomínios e empresas.&nbsp
“A graxaria voltou, o fedor, o incômodo e a tristeza para população que não pode ficar em sua casa desfrutando um bem-estar, já que o fedor chega dentro das nossas casas de dia, de noite e de madrugada. Então, estamos buscando soluções para que ela mude de lugar. Nossa petição é solicitar que seja realizado um estudo de impacto de vizinhança. Esse impacto é real, notório e está reverberando nas nossas manifestações”.&nbsp
O gerente de Meio Ambiente da Marfrig, Giovane Amboni, defendeu que a graxaria é uma fábrica de processamento de outra geração, que não gera odor e que tem um controle rigoroso de todos os parâmetros ambientais. Ele disse que a empresa já realizou várias reuniões, audiências e visitas com as autoridades e as comunidades, e que está disposta a dialogar e a buscar soluções.
“Nós já fizemos várias reuniões, fizemos audiências em outras oportunidades, em outro município também. Fizemos visitação em loco com representantes do Ministério Público, do Órgão Oriental, representantes também de comunidades, da Câmara Municipal. Nós estamos processando 100% do nosso produto hoje na graxaria e não temos geração de odor. Temos feito um controle diário mensal e quinzenal também com diversos parâmetros e hoje nada sai de dentro da graxaria sem tratamento”.
O vereador Sargento Vidal (MDB) também participou da audiência e destacou que entende que os dois lados têm razão: a empresa por gerar emprego e renda para a cidade, além de desenvolver um trabalho importante para a economia do Estado. E, por outro lado, a população por ter o direito de não conviver com o mau cheiro que ali persiste.
“O caminho é a empresa apresentar a solução para sanar o problema do mau cheiro e continuar no mesmo local, ou a mudança de endereço, talvez uma região mais distante da área urbana”.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Bombeiros militares prestam atendimento a recém-nascido após parto em residência

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CBM/MT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta quarta-feira (14.1) para atender uma ocorrência de parto em uma residência localizada no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.

A equipe recebeu o chamado por volta das 13h, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e se deslocou prontamente até o endereço informado. Ao chegar ao local, foi constatado que o parto já havia ocorrido.

Os bombeiros militares realizaram os primeiros atendimentos ao recém-nascido, incluindo procedimentos de higienização, avaliação da cavidade oral e das vias aéreas, a fim de descartar possíveis obstruções. Foi constatado choro ativo, sendo realizado o corte do cordão umbilical.

A placenta também foi avaliada para verificar a possível retenção de fragmentos na cavidade uterina, não sendo constatadas intercorrências. Na sequência, o recém-nascido foi entregue à mãe para o início da amamentação.

Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mãe e o recém-nascido foram encaminhados a uma unidade de saúde para a avaliação médica necessária.

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Orientações

Em casos de trabalho de parto fora de unidades hospitalares, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de acionar imediatamente o telefone 193. A rapidez no atendimento é fundamental para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido.

Além disso, é essencial manter a calma e oferecer suporte emocional à parturiente, criando um ambiente de tranquilidade, bem como seguir todas as orientações repassadas pela equipe de emergência até a chegada do socorro.

 

Fonte: CBM/MT

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