CUIABÁ
Secretaria de Saúde abre prazo para solicitação de aplicação de imunoglobulina em crianças de até 2 anos de idade
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Está aberto até o dia 15 de junho o período de solicitação de aplicação da imunoglobulina Palivizumabe, destinada à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior, causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). O medicamento de alto custo é voltado para pacientes de até 2 anos de idade que residam ou estejam internadas em Cuiabá. A aplicação ocorre na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Verdão.
Os critérios para solicitar a aplicação da imunoglobulina Palivizumabe são:
– Crianças nascidas com idade gestacional menor ou igual a 28 semanas (até 28 semanas e 6 dias) com idade inferior a 1 ano (até 11 meses e 29 dias) ou
– Crianças com idade inferior a 2 anos (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) com doença pulmonar crônica da prematuridade, displasia bronco pulmonar ou doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica comprovada.
Período de aplicação
O período de fornecimento e aplicação compreende os meses de maior circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) que, conforme estudos do Ministério da Saúde, ocorre de março a julho, no Centro-Oeste brasileiro. A responsável técnica Sônia Maria do Carmo Nabarrete explica que como o objetivo do medicamento é prevenir o surgimento de doenças respiratórios como, por exemplo, a bronquiolite, o início da aplicação se dá um mês antes da sazonalidade, ou seja, em fevereiro. Cada criança pode receber até cinco aplicações, dependendo da data de nascimento e da entrada do processo com o pedido.
Para solicitar o medicamento Palivizumabe referente à sazonalidade citada, o responsável pela criança precisa apresentar cópia da certidão de nascimento, do cartão SUS e do comprovante de residência; receita médica atualizada; além de relatórios médicos especificando a necessidade do uso dessa medicação.
No caso de pacientes prematuros, é necessário ainda anexar cópia do relatório da alta hospitalar.
No caso de pacientes com doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica comprovada, é preciso anexar, além dos documentos pessoais e da receita médica, a cópia do relatório médico com a descrição da cardiopatia, o grau da hipertensão pulmonar e os medicamentos utilizados, também cópia do laudo do ecocardiograma do último ano.
Todos os solicitantes devem entregar formulário próprio do Palivizumabe preenchido pelo médico assistente solicitante (anexo I, II e III), disponível no site www.saude.mt.gov.br/informe/661. Os documentos devem ser entregues à responsável técnica de Saúde da Criança, Sônia Maria do Carmo Nabarrete, na sede da Secretaria Municipal de Saúde, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h ou das 14h às 18h ou encaminhar via e-mail: saudedacrianca.sms@gmail.com. Mais informações podem ser solicitadas pelo telefone 3617-7309/7364, no horário citado.
Palivizumabe
De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o Palivizumabe não é uma vacina, mas uma imunoglobulina – um tipo de anticorpo “pronto”, elaborado por técnica de engenharia genética – que induz imunização passiva específica contra o vírus sincicial respiratório (VSR). Atualmente, é a única forma disponível para a prevenção de quadros graves de infecções respiratórias em lactentes, como a bronquiolite e, principalmente, pneumonias.
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Bombeiros militares prestam atendimento a recém-nascido após parto em residência
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta quarta-feira (14.1) para atender uma ocorrência de parto em uma residência localizada no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.
A equipe recebeu o chamado por volta das 13h, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e se deslocou prontamente até o endereço informado. Ao chegar ao local, foi constatado que o parto já havia ocorrido.
Os bombeiros militares realizaram os primeiros atendimentos ao recém-nascido, incluindo procedimentos de higienização, avaliação da cavidade oral e das vias aéreas, a fim de descartar possíveis obstruções. Foi constatado choro ativo, sendo realizado o corte do cordão umbilical.
A placenta também foi avaliada para verificar a possível retenção de fragmentos na cavidade uterina, não sendo constatadas intercorrências. Na sequência, o recém-nascido foi entregue à mãe para o início da amamentação.
Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mãe e o recém-nascido foram encaminhados a uma unidade de saúde para a avaliação médica necessária.
Orientações
Em casos de trabalho de parto fora de unidades hospitalares, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de acionar imediatamente o telefone 193. A rapidez no atendimento é fundamental para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido.
Além disso, é essencial manter a calma e oferecer suporte emocional à parturiente, criando um ambiente de tranquilidade, bem como seguir todas as orientações repassadas pela equipe de emergência até a chegada do socorro.
Fonte: CBM/MT
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