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Eleus Amorim destaca angústia das famílias de pessoas desaparecidas e estuda medidas para auxiliar o núcleo de investigação em Cuiabá

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O vereador Eleus Amorim (Cidadania) presidiu, nesta quarta-feira (19), na Câmara de Vereadores de Cuiabá, a audiência pública ”Pessoas Desaparecidas”, que visa discutir sobre crianças e adultos desaparecidos em Cuiabá. Esta foi a primeira vez em que o assunto foi apresentado em audiência na Casa de Leis.
O parlamentar destacou a necessidade de políticas públicas que acelerem os procedimentos de buscas, desde a comunicação oficial à polícia e uma investigação mais apurada para que os casos não fiquem esquecidos, o que aumenta a angústia das famílias na espera por respostas. Eleus também tem um irmão desaparecido há 32 anos.
“Temos que discutir cada vez mais e propor ações conjuntas que incluam o município, o estado, junto ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas de Cuiabá para que tenhamos mais ferramentas e mais caminhos a serem trabalhados e as pessoas sejam encontradas de forma mais célere. Queremos levar para a população o debate, porque nós devemos cobrar providências das autoridades”, destacou o vereador.
Silvana Aparecida busca pelo filho Flávio Henrique, o “Flavinho”, há oito anos. Ele desapareceu no dia 18 de janeiro de 2015, durante uma viagem a passeio na Paraíba. “Muitas vezes não temos voz. Nos sentimos impotentes e somente quem passa, sabe a dor. Por se tratar de um bebê na época, é bem mais complexo. Continuo pedindo às autoridades que façam alguma coisa. Nos sentimos esquecidos, mas não tem um dia sequer que a gente não pense no meu filho”, relatou.
O promotor de Justiça Caio Marcio também comentou a necessidade de aperfeiçoamento das buscas. “Todos nós precisamos aperfeiçoar e deve ser uma ação interdisciplinar. Não tem como as instituições atuarem individualmente”, disse.
De acordo com o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Marcel Gomes, com exceção dos casos de crianças pequenas, o desaparecimento de adultos está relacionado em sua maioria a conflitos familiares.
“Mais de 90% dos casos registrados obtivemos êxito. São vários motivos e grandes questões sociais, como a briga familiar”, explicou.
O vereador Felipe Correa (Cidadania), também acompanhou a audiência.
“O Eleus trouxe para essa Casa um assunto delicado, que precisa ser tratado e colocado para conhecimento da sociedade e quero parabenizá-lo pela iniciativa”, afirmou Felipe.
DADOS DA SEGURANÇA PÚBLICA
Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado em 2022 apontam 1.692 pessoas desaparecidas em Mato Grosso em 2020, o que representa 48,0 a cada 100 mil habitantes.
Em 2021, foram registrados. 1.914 desaparecimentos, o que representa 53,7 a cada 100 mil habitantes, e aumento de 11,8% entre 2020 e 2021. De acordo com último levantamento da Polícia Civil, em 2022, dos 771 casos de pessoas desaparecidas na região metropolitana (Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento e Acorizal), 666 foram localizadas.&nbsp

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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