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Edna intermedia apoio de ministério a famílias haitianas

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O Ministério dos Direitos&nbsp Humanos e da Cidadania e a associação que representa os migrantes haitianos em Cuiabá e Várzea Grande estão discutindo o projeto de reunificação das famílias na capital, pelo qual haitianos já estabelecidos em Cuiabá buscam trazer para a capital familiares dos quais estão separados há muitos anos.

Cerca de 200 famílias e 400 pessoas enfrentam essa situação e são representadas pela Associação de Defesa dos Haitianos Imigrantes e Migrantes em Mato Grosso (ADHIMI-MT).

A vereadora Edna Sampaio (PT) está fazendo a interlocução entre as duas instituições. Ela explicou que os haitianos são contemplados pela legislação que permite a reunificação das famílias em caso de migração motivada por desastres ambientais ou guerras.

Ela lembrou que o processo é antigo e que as famílias ficaram isoladas e tiveram dificuldade para acessar o executivo federal durante o governo Bolsonaro, e argumentou que, no atual cenário político, o impasse tende a se resolver.

Na semana passada, a vereadora discutiu o tema com o Ouvidor Geral do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), Bruno Renato Nascimento Teixeira, e com os representantes da Coordenação de Promoção dos Direitos das Pessoas Migrantes e Apátridas do MDH.

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Segundo ela, já foi protocolada junto ao MDH a documentação solicitada pelo órgão para dar andamento no pedido dos haitianos. Os documentos reúnem a lista com os dados dos familiares residentes no Brasil e dos que devem ser trazidos.

O impasse se arrasta há muitos anos. Em junho de 2022, a parlamentar se reuniu com a Defensoria Pública, representantes dos governos estadual e municipal e de movimentos sociais para discutir a situação e os migrantes reivindicaram, sem sucesso, que o governador intercedesse junto ao governo federal em favor das famílias.

&nbspSegundo a ADHIMI,&nbsp a maioria dos chefes de família tem emprego fixo ou trabalho autônomo, mais de 45% deles possuem casa própria e as famílias já possuem recursos suficientes para fretar o avião.

“Eles vêm lutando, há anos, para abrir uma porta de diálogo com o governo federal. Há pessoas que estão há oito anos sem ver seus familiares. São parentes muito próximos e é um sofrimento para eles”, disse a vereadora.

“Há muitas crianças sem frequentar a escola porque o Haiti passa por um processo de deterioração das instituições, o que não permitia, por exemplo, que eles dialogassem com as embaixada brasileira no Haiti e muita dificuldade de acessar o governo, pois durante o governo Bolsonaro foi cessado qualquer encaminhamento deste caso”, afirmou.

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Ela destaca que esta é uma crise humanitária que assola todo o país.&nbsp “Fomos informados pelo MDH de que há mais de duas mil pessoas em todo o país reivindicando a vinda de seus familiares. E aqui a associação tem toda a organização para trazer essas famílias.

&nbsp“Os imigrantes têm o direito de estudar, de ficar no país, pois a maioria deles já está trabalhando de carteira assinada ou como autônomo, então há como o estado agir por meio da legalidade. Precisamos de agilidade para que as crianças possam estudar, pois já estão há muitos meses sem estudar. Precisamos de uma resposta urgentemente para aliviar&nbsp os anseios dos pais”, disse Clércius Monestine, coordenador da ADHIMI.

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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