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Cuiabá começa a aplicação de Coronavac em crianças de 8 a 11 anos

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A Coronavac, primeira vacina contra o coronavírus que o Brasil recebeu para começar a campanha de imunização em janeiro de 2020, foi liberada recentemente pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde para ser utilizada também em crianças de 6 a 11 anos. Em Cuiabá essa aplicação começou nesta segunda-feira (31) inicialmente em crianças de 8 a 11 anos, que é a faixa etária que está sendo imunizada no momento.

“Ainda não abrimos a imunização para todo o público infantil para evitarmos aglomerações nos locais de vacinação. Na segunda, 31, começamos a aplicação da Coronavac em crianças de 8 a 11 anos, mas em breve vamos liberar para 6 e 7 anos também. Apenas crianças de 5 anos não poderão receber a Coronavac, porque os estudos com essa vacina não foram realizados nessa faixa etária. Neste caso, a vacina a ser aplicada continua sendo a Pfizer pediátrica”, explicou Valéria de Oliveira, coordenadora da campanha Vacina Cuiabá – Sua Vida em Primeiro Lugar.

A coordenadora informou ainda sobre os outros grupos que não podem receber Coronavac. “Também não foram realizados estudos com a Coronavac em crianças imunossuprimidas e com comorbidades, por isso esses grupos só podem receber a dose da Pfizer pediátrica”.

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Ao chegar no local de vacinação, no momento do registro os pais de crianças de 6 a 11 anos poderão optar entre a Pfizer pediátrica e a Coronavac. A diferença principal entre as duas vacinas é a tecnologia com qual cada uma foi feita. A Coronavac é feita com o vírus inativado, técnica utilizada nas vacinas de rotina (aquelas que as crianças tomam desde que nascem). A Pfzer, tanto adulta quanto pediátrica, é feita com uma tecnologia inédita: a do RNA Mensageiro. Outro diferencial é em relação ao intervalo para a segunda dose. APfizer pediátrica deve ser tomada após 60 dias da aplicação da primeira. Já da Coronavac, após 28 dias da primeira dose.

Os adolescentes de 12 a 17 anos também foram liberados para receber a Coronavac, nos mesmos moldes das vacinas das crianças: adolescentes com comorbidade ou imunossuprimidos não podem receber o imunizante. Neste caso a vacina que será aplicada é a Pfizer de adulto. “Importante ressaltar que se o adolescente foi vacinado com a primeira dose de Pfizer, ele tem que completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante”, pontuou Valéria.

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Confira os locais de vacinação de crianças

Unic Beira Rio – 8h às 16h30 (segunda a sábado)

UBS Quilombo – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Jd Vitória – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Parque Cuiabá – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Pedra 90 I e II – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Guia – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

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Bombeiros militares prestam atendimento a recém-nascido após parto em residência

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CBM/MT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta quarta-feira (14.1) para atender uma ocorrência de parto em uma residência localizada no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.

A equipe recebeu o chamado por volta das 13h, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e se deslocou prontamente até o endereço informado. Ao chegar ao local, foi constatado que o parto já havia ocorrido.

Os bombeiros militares realizaram os primeiros atendimentos ao recém-nascido, incluindo procedimentos de higienização, avaliação da cavidade oral e das vias aéreas, a fim de descartar possíveis obstruções. Foi constatado choro ativo, sendo realizado o corte do cordão umbilical.

A placenta também foi avaliada para verificar a possível retenção de fragmentos na cavidade uterina, não sendo constatadas intercorrências. Na sequência, o recém-nascido foi entregue à mãe para o início da amamentação.

Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mãe e o recém-nascido foram encaminhados a uma unidade de saúde para a avaliação médica necessária.

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Orientações

Em casos de trabalho de parto fora de unidades hospitalares, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de acionar imediatamente o telefone 193. A rapidez no atendimento é fundamental para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido.

Além disso, é essencial manter a calma e oferecer suporte emocional à parturiente, criando um ambiente de tranquilidade, bem como seguir todas as orientações repassadas pela equipe de emergência até a chegada do socorro.

 

Fonte: CBM/MT

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