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CPI dos Indenizatórios ouve farmacêutico de carreira da Secretaria Municipal de Saúde

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06/10/2023
CPI dos Indenizatórios ouve farmacêutico de carreira da Secretaria Municipal de Saúde
A CPI dos Indenizatórios realizou reunião na tarde de quarta-feira (04/10) e ouviu o farmacêutico João Paulo Martins. Ele é servidor de carreira da Secretaria Municipal de Saúde, do Ministério da Saúde e é membro do Conselho Regional de Farmácia. Além do presidente da CPI, Sargento Vidal (MDB), os membros da comissão, vereadores Luis Cláudio (PP) e Ricardo Saad (PSDB) participaram da reunião.
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Os parlamentares Demilson Nogueira (PP) e Dilemário Alencar (Podemos) também acompanharam o depoimento do convidado.
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Primeiro, João Paulo explicou que o sistema farmacêutico precisa trabalhar de forma planejada, definindo o rol terapêutico dos medicamentos para usar na rede SUS.
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“Quanto maior o planejamento menor o gasto e o armazenamento. É preciso fazer o controle de entrada, saída e o descarte, tem que saber conduzir a meta de estoque, do controle da entrada e saída para as pontas ter poder de suprimento, basear o estoque o primeiro que entra e sai e olhar os prazos de validade”, explicou.
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Ele comentou que o Gabinete de Intervenção passa pelo mesmo problema que os demais gestores da saúde municipal: falta de rotina, falta de processos bem definidos na ponta. Quando não se planeja direito, acaba improvisando. Fazer compras por meio de indenizatórios ocorre porque não está planejando. Você precisa ter metas e ter controle e orçamento de quais são os medicamentos que preciso comprar. “Há um ciclo de excesso de compras emergencial, de contas não programadas”.
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João Paulo disse também que é necessário analisar os riscos, critérios e o que mais impacta e o que minimiza são os apontamentos é não fazer compras erradas.
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“Temos um déficit de farmacêuticos na rede e, infelizmente desde 2021, o CRF não tem farmacêuticos na atenção básica, pouco na terciária e a quantidade não é suficiente. Contudo, é preciso mudar muito questões de estratégias de compra, atenção clínica, equipes de saúde. O medicamento é bem precioso e não pode ser tratado por qualquer um e precisa de estudo de logística”.
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Questionado sobre o descarte realizado no sábado (30/09) pelo Gabinete de Intervenção, o convidado disse que todo inventário é planejado e nas datas finais têm o descarte. O descarte é feito após as contagens, sempre programado para não gerar custos.
“Se você não planeja, você onera a folha, vai ter que dar folga a esses servidores, você tem que chamar gente de fora. É bom você planejar, ainda mais tendo produtos judiciais, de outras gestões. O próprio TCE fala sobre ter um acompanhamento do que se está descartando, mas na prática, o usual não é assim. Se faz o descarte no final do dia útil”.&nbsp
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Para fazer o descarte de forma legalizada, é preciso uma ordem de serviço com os motivos, a listagem e o porquê de se jogar naquela quantidade. “O descarte é caro, você contrata por quilo e tudo é pesado e tem custo. Todo produto jogado tem custo operacional e deve estar na planilha de custo”.
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Ele foi ouvido por quase duas horas pelos vereadores na CPI dos Indenizatórios, respondendo todas as perguntas dos parlamentares.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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