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Campanha de vacinação passará a exigir laudo ou receita médica dos imunossuprimidos para aplicação da quarta dose

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Luiz Alves

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Tendo em vista as particularidades que envolvem a campanha de vacinação contra o coronavírus, a equipe da coordenação decidiu que para receber a quarta dose, exclusiva para imunossuprimidos, será necessário a apresentação do laudo médico constatando a imunossupressão ou a receita médica de um dos medicamentos que o Ministério da Saúde autorizou.

A coordenadora da campanha, Valéria de Oliveira, explica o porquê desta decisão. “Atualmente temos várias unidades de saúde realizando a vacinação dos adultos e adolescentes, desde a primeira até a quarta dose e muitas dúvidas têm vindo à tona durante este processo. Decidimos solicitar que os imunossuprimidos que precisam tomar a quarta dose apresentem o laudo ou a receita médica para que possamos padronizar o atendimento em todas as nossas unidades e para que não haja mais dúvidas em relação a este grupo”, disse Valéria.

Ela explicou que entre situações que estão ocorrendo estão pessoas com comorbidades, mas que não são imunossuprimidos tentando tomar a quarta dose. Outro problema são pessoas que tomaram as vacinas dentro de faixa etária, sem mencionar a imunossupressão, mas que por serem imunossuprimidos têm direito de receber a quarta dose. A mesma situação ocorre para pessoas que foram vacinadas dentro de grupos por profissão, como por exemplo, profissionais da Saúde, da Educação, mas que são imunossuprimidos. Além disso existem aqueles que se tornaram imunossuprimidos ao longo do ano, por terem adquirido alguma imunodeficiência, por terem começado tratamento contra câncer, entre outras situações.   

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“Por serem muitos casos diferentes e muitas dúvidas, optamos por solicitar o laudo. Gostaríamos de pedir às pessoas que entendam a nossa decisão e colaborem com as equipes de vacinação, pois procuramos seguir à risca as determinações do Ministério da Saúde para darmos prosseguimento à campanha de vacinação da maneira mais clara possível e sempre com muita responsabilidade”, concluiu.

Segue abaixo a lista dos imunossuprimidos, que têm direito a tomar a quarta dose e a lista dos medicamentos autorizados:

ALTO GRAU DE IMUNOSSUPRESSÃO

•          IMUNODEFICIÊNCIA GRAVE

•          QUIMIOTERAPIA PARA CÂNCER

•          TRANSPLANTADOS DE ORGÃO SÓLIDO OU DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOÉTICAS 9TCTH) EM USO DE DORGAS IMUNOSSUPRESSORAS

•          PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS COM CD4 

•          USO DE CORTICÓIDES EM DOSES ≥20 MG/DIA DE PREDNISONA, OU EQUIVALENTE, POR ≥14 DIAS.

•          USO DE DROGAS MODIFICADORAS DA RESPOSTA IMUNE

•          PACIENTES EM HEMODIÁLISE

•          PACIENTES COM DOENÇAS IMUNOMEDIADAS INFLAMATÓRIAS CRÔNICAS (REUMATÓLICAS, AUTO INFLAMATÓRIAS, DOENÇAS INTESTINAIS INFLAMATÓRIAS).

 

TABELA DE DROGAS MODIFICADORAS DA RESPOSTA IMUNE E DOSES CONSIDERADAS IMUNOSSUPRESSORAS

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•          METOTREXATO

•          LEFLUNOMIDA

•          MICOFENOLATO DE MOFETILA

•          AZATIPRINA

•          CICLOFOSFAMIDA

•          CICLOSPORINA

•          TACROLIMUS

•          6-MERCAPTOPURINA

•          BIOLÓGICOS EM GERAL (INFLIXIMABE, ETANERCEPT, HUMIRA, ADALIMUMABE, TOCILIZUMABE, CANAKINUMABE, GOLIMUMABE, CERTOLIZUMABE, ABATACEPTE, SECUKINUMABE, USTEKINUMABE)

•          INIBIDORES DA JAK (TOFACITINIBE, BARACITINIBE E UPADACITINIBE)

 

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Bombeiros militares prestam atendimento a recém-nascido após parto em residência

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CBM/MT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta quarta-feira (14.1) para atender uma ocorrência de parto em uma residência localizada no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.

A equipe recebeu o chamado por volta das 13h, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e se deslocou prontamente até o endereço informado. Ao chegar ao local, foi constatado que o parto já havia ocorrido.

Os bombeiros militares realizaram os primeiros atendimentos ao recém-nascido, incluindo procedimentos de higienização, avaliação da cavidade oral e das vias aéreas, a fim de descartar possíveis obstruções. Foi constatado choro ativo, sendo realizado o corte do cordão umbilical.

A placenta também foi avaliada para verificar a possível retenção de fragmentos na cavidade uterina, não sendo constatadas intercorrências. Na sequência, o recém-nascido foi entregue à mãe para o início da amamentação.

Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mãe e o recém-nascido foram encaminhados a uma unidade de saúde para a avaliação médica necessária.

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Orientações

Em casos de trabalho de parto fora de unidades hospitalares, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de acionar imediatamente o telefone 193. A rapidez no atendimento é fundamental para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido.

Além disso, é essencial manter a calma e oferecer suporte emocional à parturiente, criando um ambiente de tranquilidade, bem como seguir todas as orientações repassadas pela equipe de emergência até a chegada do socorro.

 

Fonte: CBM/MT

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