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2024 será mais quente que 2023

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15/02/2024
2024 será mais quente que 2023
Tenho reiterado desde a última onda de calor que atingiu o país, no ano passado, mas especificamente na nossa querida Cuiabá, os cuidados que devemos ter com a possibilidade de uma nova onda de calor anunciada por especialistas nas questões climáticas, para 2024.&nbsp
Os especialistas de diversos setores ambientais, em órgãos de governo e universidades batem sempre na mesma tecla de que o mundo precisa mudar sua relação com o meio ambiente. Contribuir para a qualidade do ar e da terra, numa forma de atingir melhorias para a redução do efeito estufa, no entorno do planeta Terra. A ONU tem alertado que a onda de calor se repetirá em 2024 ainda mais forte que em 2023.
Recentemente, presenciamos a repetição de um grande incêndio no Chile que devastou cidades inteiras e matou centenas de pessoas, além de atingir a fauna e a flora em diversas regiões. Conforme os noticiários internacionais, as grandes queimadas não são fatos novos no Chile. O país já viveu anos críticos em 2014, 2017 e 2023. Mas, o mais recente tem uma dimensão sem precedentes devido ao número de vítimas.&nbsp
Estamos diante de uma questão do clima já alertada a cada conferência mundial para reduzirmos os efeitos do calor no mundo. No entanto, até então, não vimos nenhuma eficácia nessas reuniões das lideranças mundiais. Na condição de presidente da Comissão Especial de Acompanhamento do Clima na Câmara de Vereadores de Cuiabá, vamos nos empenhar neste tema.&nbsp
Temos que agir com políticas públicas eficazes, que minimizem os problemas ambientais, principalmente, na nossa cidade que sempre foi calorenta por natureza e tem se tornado quase que insustentável com o aumento da temperatura nos últimos tempos.
Todos sabemos da forma mais simples, que fogo, fumaça, poluição dos rios e mares proporcionam as catástrofes, que estamos presenciando a cada ano no mundo. Agora os noticiários internacionais voltam a mostrar os grandes incêndios que ao longo dos tempos atingem o Chile e atualmente mostrou força sobre a população.&nbsp
Há tempos, presenciamos as tragédias das queimadas florestais e urbanas na Ásia e EUA, que continuam queimando. No entanto, o foco do fogo também virou para a América do Sul. Em 2020, fomos vítimas de um grande incêndio no Pantanal Sul e Mato-grossense e ainda assim, as queimadas têm se repetido em quase todo Cerrado.&nbsp
Recentemente, escrevi um artigo justamente questionando se a população aprendeu com os graves problemas que tivemos com a onda de calor em 2023 e se estaremos preparados para nos prevenir do aumento do calor neste ano. Os fatores que proporcionam o aumento do calor são basicamente as ações de vandalismo, falta de políticas públicas para emissão de gases da produção industrial, a falta de chuvas e atos criminosos, nos períodos de seca mais críticos.&nbsp
Principalmente pelas queimadas, os efeitos negativos sobre as condições climáticas afetam o meio ambiente por inteiro, alteram ecossistemas, causam desertificação como tem ocorrido nos rios mundo afora, alteram a temperatura, mexem com a fauna e flora e piora a qualidade do ar. O fato é que 2024 será mais quente que em 2023.&nbsp
Luis Claudio é vereador em Cuiabá.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Bombeiros militares prestam atendimento a recém-nascido após parto em residência

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CBM/MT

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta quarta-feira (14.1) para atender uma ocorrência de parto em uma residência localizada no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.

A equipe recebeu o chamado por volta das 13h, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e se deslocou prontamente até o endereço informado. Ao chegar ao local, foi constatado que o parto já havia ocorrido.

Os bombeiros militares realizaram os primeiros atendimentos ao recém-nascido, incluindo procedimentos de higienização, avaliação da cavidade oral e das vias aéreas, a fim de descartar possíveis obstruções. Foi constatado choro ativo, sendo realizado o corte do cordão umbilical.

A placenta também foi avaliada para verificar a possível retenção de fragmentos na cavidade uterina, não sendo constatadas intercorrências. Na sequência, o recém-nascido foi entregue à mãe para o início da amamentação.

Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mãe e o recém-nascido foram encaminhados a uma unidade de saúde para a avaliação médica necessária.

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Orientações

Em casos de trabalho de parto fora de unidades hospitalares, o Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de acionar imediatamente o telefone 193. A rapidez no atendimento é fundamental para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido.

Além disso, é essencial manter a calma e oferecer suporte emocional à parturiente, criando um ambiente de tranquilidade, bem como seguir todas as orientações repassadas pela equipe de emergência até a chegada do socorro.

 

Fonte: CBM/MT

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