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UPA 24 Horas recebe novas poltronas para pacientes que recebem ou aguardam medicação

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A preocupação da prefeitura e da secretaria de Saúde de Rondonópolis que é buscar por melhorias no atendimento em suas unidades de saúde da rede, bem como na UPA 24 Horas, está se efetivando numa realidade a cada dia.

Por conta disso e visando proporcionar mais conforto e comodidade aos pacientes e usuários dos serviços de saúde, a gestão municipal reiteradamente tem buscado mecanismos que proporcionem bem-estar às pessoas que buscam atendimento na unidade e precisam aguardar sentadas pela prescrição e aplicação de medicação. Então esta semana a SMS recebeu, um novo lote de poltronas mais confortáveis para atender a essa importante demanda dos usuários dos serviços.

Como em boa parte dos casos as pessoas precisam aguardar pela aplicação de medicação, aguardando resposta/resultado de exames realizados; ou ainda os acompanhantes de pacientes internados entre outros, as poltronas existentes em decorrência do alto uso, já apresentavam algum desgaste estrutural, com muitas delas não reclinando mais e causando desconforto, sendo portanto necessária a sua substituição.

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No entanto, esses problemas estão com os dias contados, já que esse novo lote de poltronas modernas e mais confortáveis vão substituir as atuais e propiciar mais conforto e comodidade aos pacientes /usuários do sistema de saúde.

Todavia, é preciso dizer que em razão das ações de modernização da estrutura da unidade colocada em prática há algumas semanas, a unidade vem recebendo novos equipamentos que visam melhorar o atendimento público tornando-o cada vez mais humanizado e eficiente.

ESTRUTURA

Lembrando que o sistema de atendimento de saúde ao doente da UPA compreende hoje de (05) cinco médicos de plantão (clínicos gerais), 01 ortopedista e um traumatologista, além de enfermeiras e técnicos em enfermagem.

O complexo integrado de saúde da UPA dispõe ainda de 01 Box de emergência, uma UTI no Hospital Municipal Antônio Santos Muniz (antigo PA); bem como um atendimento pediátrico (hospital PA Infantil) e um centro de imagens tomografia e ultrassom (Ceadas).

Toda esta estrutura está agregada a uma vasta rede de atenção básica (PSFs e Centros de Saúde), espalhados por toda a cidade e zona rural.

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Como o prefeito tem reiterado em suas falas públicas: “está tudo 100%? Não! Mas estamos trabalhando fortemente para corrigir eventuais falhas pontuais para oferecermos um serviço de qualidade e mais humanizado a nossa população. Esse tem sido o nosso compromisso com a qualidade da saúde da nossa gente”, tem dito o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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