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Prefeitura entrega mais 66 escrituras a moradores de mais 16 bairros da cidade

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Complementando o programa de regularização fundiária municipal de Rondonópolis que promete chegar a 40 mil escrituras entregues de graça à população local até o final da atual gestão, a prefeitura entregou na tarde desta sexta-feira (6) mais 66 títulos de propriedade a moradores de 16 bairros da cidade.

São eles: Vila Olinda, Jd. Ana Carla, Res. Pedra 90, Cidade Salmen, Jd. Maracanã, Jd. Morumbi, Parque Universitário, Jd. Boa Vista, Res. 10 de Junho, Jd. Estrela Dalva, Jd. Novo Horizonte, Rui Barbosa, Jd Ipê, Três poderes, Parque São jorge e Jd Primavera. O evento foi realizado na sala de reuniões do Palácio da Cidadania do Paço Municipal.

Todavia é preciso destacar que estas escrituras entregues compõem o lote de bairros cujos moradores tinham algum tipo de pendência documental e foram sanados. Por isso foram entregues agora.

Considerado bastante ambicioso quando do seu lançamento, o Programa de Regularização Fundiária de Rondonópolis se destacou nacionalmente, sendo considerado o maior do Centro-Oeste brasileiro.

A prefeitura por intermédio da secretaria municipal de Habitação, entregou cerca de 40 mil escrituras totalmente de graça aos moradores de bairros de todas as regiões da cidade, que na maioria dos casos aguardavam há mais de 30, 40, 50 anos pelo documento de propriedade, e que a partir de agora leva cidadania e segurança jurídica às famílias beneficiadas.

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A secretária Huani Rodrigues destacou que nenhum outro gestor jamais entregou tanta escritura como o prefeito José Carlos do Pátio. “Antes os prefeitos entregavam carta de aforamento ou seja: autorização para as famílias escriturarem no Cartório. Mas eles (moradores) é que tinham que pagar e muitos, não tinham condições! Hoje a nossa gestão entrega escritura registrada em Cartório e de graça, sem nenhum custo para o morador. Ninguém nunca fez isso”, externou a secretária

SEGURANÇA E CIDADANIA

O prefeito ressaltou os esforços de sua equipe dizendo: “a nossa gestão se preocupou em levar cidadania e segurança jurídica aos moradores locais que não tinham condições financeiras de custear as despesas de cartório para obter as escrituras de suas casas e, suas propriedades, que custam em média de R$ 10 a R$ 12 mil, e estamos entregando de graça”, disse o prefeito José Carlos do Pátio, que continuou: “Agora de posse das suas escrituras, as famílias terão a liberdade e independência de fazer um financiamento para uma reforma, ampliação, ou empreender e gerar renda para todos”, explicou.

Como ele mesmo deixou claro aos presentes, Pátio está fazendo questão de entregar o máximo de documentos possíveis ainda na sua gestão como parte do seu legado, para que as famílias locais possam passar as festas de fim de ano, com um bom motivo para comemoração: ter a segurança jurídica da legitimação das suas propriedades.

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“O meu sonho era que todos tivessem qualidade de vida e cidadania. Nós trabalhamos muito para que isso fosse possível. Pois para mim, é muito importante a autoestima elevada da nossa população. Então hoje eu fico orgulhoso porque a nossa população está tendo qualidade de vida. Nós estamos felizes com a melhoria dos indicadores sociais e econômicos. Isso significa que as pessoas estão melhorando a sua qualidade de vida”, disse o prefeito que ainda parabenizou a cada um dos beneficiados com a escritura e desejou boas festas com um feliz natal e um feliz ano novo.

Como a primeira a receber o documento, a senhora Valni Tercília Souza, da Vila Olinda II, disse que esperou mais de 20 anos pela escritura, e saber que agora é dona legítima de sua casinha é motivo de muito orgulho e agradecimento ao prefeito e sua equipe. “Estou muito agradecida! Ninguém nunca olhou para os mais pobres como o prefeito Zé do Pátio. Deus abençoe ele e toda a sua equipe”, disse a moradora

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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