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Cibear transforma vidas de animais resgatados

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Hoje, 04 de abril, é o Dia Mundial dos Animais de Rua. Uma data para lembrar que por trás de cada focinho nas calçadas, há uma história de abandono, fome e medo — mas também há esperança. Em Rondonópolis, essa esperança tem nome: Cibear, o Centro Integrado de Bem-estar Animal, que vem sendo referência no cuidado e recomeço para animais em situação de vulnerabilidade.

De acordo com o coordenador do médico veterinário Thiago Meirelles, em pouco mais de um mês — entre março e os três primeiros dias de abril — a unidade já realizou 404 atendimentos e 242 castrações. São números que representam muito mais do que estatísticas: são vidas transformadas, dores amenizadas e futuros redesenhados.

“O Cibear acolhe animais de pessoas de baixa renda, os que foram resgatados das ruas e os trazidos por ONGs e protetores. Eles chegam fragilizados, e aqui recebem o primeiro cuidado, passam pelo tratamento necessário e, claro, pela castração”, explica Thiago Meirelles.

Mas o trabalho não termina aí. Cada animal é microchipado, cadastrado e só é liberado para adoção responsável — com acompanhamento da equipe. “Nosso compromisso é garantir que eles não voltem a sofrer. Castrar é salvar. Acompanhar é proteger”, reforça o superintendente.

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Atenção: abandono e maus-tratos são crimes. E o Cibear atua justamente para interromper esse ciclo de violência. A instituição não é um abrigo comum: ela atende apenas animais em vulnerabilidade, resgatados por ONGs ou cidadãos que não viram as costas para o sofrimento.

Neste Dia Mundial dos Animais de Rua, fica o convite: adote com responsabilidade, denuncie maus-tratos e, se puder, apoie quem faz esse trabalho com amor e seriedade. Como o Cibear. Como o Thiago. Como tantos protetores anônimos que mudam o mundo um animal por vez.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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