AGRONEGÓCIO
Presidente da Acrimat participa de evento e fortalece relacionamento com a EMBRAPA
AGRONEGÓCIO
Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, o diretor-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (ACRIMAT), se fez presente na abertura do evento Famato Embrapa Show que ocorreu na noite desta quarta-feira (22.06) em prol de fortalecer as parcerias que foram feitas em junção com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) para a realização de pesquisas voltadas à produção de carnes.
Realizado no Cenarium Rural, em Cuiabá, o evento reúne cerca de 60 profissionais, entre pesquisadores e técnicos de transferência de tecnologia, que apresentam mais de 60 soluções, aplicações, equipamentos, produtos, cultivares e contratos de produção desenvolvidos pela Embrapa. Há também produtores rurais, presidentes de sindicatos rurais, estruturas de cadeias agrícolas, políticos e governantes.
Na abertura do evento, Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior destacou a importância de eventos como a Famato Embrapa Show para a integração de entidades independentes e filiadas, como a Acrimat, na promoção e divulgação de pesquisas alinhadas às necessidades do mercado.
Ademais, Oswaldo ressalta a importância do trabalho da Embrapa para apoiar a cadeia produtiva da carne e gerar maior eficiência e sustentabilidade no setor. A Embrapa é uma das maiores empresas de pesquisa agropecuária do país.
“A Acrimat parabeniza a iniciativa da Famato em mostrar o que as várias unidades da Embrapa estão fazendo em termos de pesquisa e inovação. Fazer uma vitrine tecnológica dos principais trabalhos da Embrapa significa aproximar a ciência da sociedade e, principalmente, dos produtores rurais”, afirmou Oswaldo Pereira, que possui assento como membro do Comitê Assessor Externo da Embrapa unidade Gado de Corte, em Mato Grosso do Sul (MS), disse Oswaldo Pereira, que possui assento como membro do Comitê Assessor Externo da Embrapa unidade Gado de Corte, em Mato Grosso do Sul (MS).
Além de participar da Embrapa Gado de Corte, a Acrimat mantém um acordo de cooperação com a Embrapa unidade Agrossilvipastoril, em Sinop (MT), para pesquisar programas de pecuária nos sistemas integrados. O foco está nas emissões de gases de efeito estufa e no sequestro de carbono em pastagens e árvores.
Um novo estudo com foco na produção sustentável, que agora é uma agenda global e uma abordagem que deve ser adotada por todos os produtores rurais, deve ser feita de uma nova forma.
“Acreditamos que a pesquisa deva ser direcionada para as necessidades do produtor e do mercado, trazendo inovação e competitividade ao Brasil e ao agronegócio. Devemos muito à Embrapa pelo desenvolvimento do Cerrado brasileiro. E a Acrimat se orgulha de ser parceira de algumas unidades da Embrapa em vários projetos de pesquisa relacionados a pecuária, meio ambiente e sustentabilidade”, concluiu Oswaldo Pereira.
Famato Embrapa Show
A programação de técnica do Famato Embrapa conta com painéis de debate compostos por palestras e perguntas e respostas.
Alguns temas foram destacados nos planos por conta de seu futuro status estratégico agro-mato-grossense. São eles: solo sustentável, potencial agrícola, sistemas integrados de produção e controle integrado de pragas.
O evento se encerra na sexta-feira (24.06) e a programação completa está disponível aqui.
Fonte: Agroplus.tv
AGRONEGÓCIO
Usina transforma dejetos suínos em combustível e abre nova frente de renda no campo
A geração de energia a partir de resíduos da produção animal começou a ganhar escala no Brasil com a entrada em operação da primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para uso de dejetos suínos. A planta está localizada em Campos Novos (350 km da capital, Florianópolis), no Meio-Oeste de Santa Catarina, uma das principais regiões produtoras de proteína animal do país.
O projeto recebeu cerca de R$ 65 milhões em investimentos e tem capacidade de produzir até 16 mil metros cúbicos de biometano por dia, combustível renovável que pode substituir o gás natural em aplicações industriais e veiculares. A iniciativa conecta geração de energia, tratamento de resíduos e renda adicional para produtores integrados à cadeia da suinocultura.
O Brasil abriga um dos maiores rebanhos suínos do mundo, com produção anual superior a 5 milhões de toneladas de carne, concentrada principalmente na região Sul. Esse volume gera uma quantidade significativa de resíduos, que historicamente representam passivo ambiental e custo de manejo. A conversão desses dejetos em biogás e, posteriormente, em biometano, muda essa lógica ao transformar resíduo em ativo econômico.
A usina opera com biodigestores do tipo CSTR, tecnologia que permite a decomposição controlada da matéria orgânica e a geração de biogás. Esse gás é então purificado por membranas até atingir pureza superior a 96%, padrão exigido para comercialização como biometano. A certificação da ANP garante rastreabilidade e viabiliza a inserção do produto no mercado formal de energia.
Além do combustível, o projeto gera subprodutos com valor comercial, como CO₂ de grau alimentício e biofertilizantes, ampliando o conceito de economia circular dentro da propriedade rural. Outro componente relevante é a emissão de créditos de descarbonização (CBios), que cria uma fonte adicional de receita atrelada à redução de emissões.
A iniciativa ocorre em um momento de expansão do mercado de biogás no país. O Brasil já conta com mais de 900 plantas em operação, segundo dados da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), mas a maior parte ainda voltada à geração elétrica. O biometano, por sua vez, representa uma etapa mais avançada da cadeia, com maior valor agregado e potencial de substituição de combustíveis fósseis.
Em Santa Catarina, a forte presença da suinocultura cria condições favoráveis para esse tipo de projeto. O estado é um dos principais produtores de suínos do país e concentra uma cadeia integrada, com cooperativas e agroindústrias estruturadas, o que facilita a coleta de resíduos e a viabilização econômica das usinas.
A expansão já está no radar. A empresa responsável projeta investimentos superiores a R$ 500 milhões no estado nos próximos anos, com novos projetos de biometano voltados ao aproveitamento de resíduos agropecuários.
Para o produtor rural, o modelo abre uma nova frente de receita e reduz custos ambientais. Ao integrar produção animal, geração de energia e fertilização do solo, o sistema cria um ciclo mais eficiente e sustentável, com impacto direto na rentabilidade da atividade.
O avanço do biometano indica uma tendência mais ampla no agronegócio brasileiro: a incorporação de energia à lógica produtiva. Assim como ocorreu com o etanol e o biodiesel, a geração de combustível a partir de resíduos deve ganhar espaço e se consolidar como mais um eixo de diversificação dentro da porteira.
Fonte: Pensar Agro
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