CUIABÁ

AGRONEGÓCIO

Movimento Pró-logística participa de manifesto em prol da pavimentação da BR 174

Publicados

AGRONEGÓCIO


Política Agrícola e Logística

Movimento Pró-logística participa de manifesto em prol da pavimentação da BR 174

A iniciativa partiu dos produtores rurais, comércio e moradores de Vilhena (RO), bem como de populares e empresários da região Noroeste de Mato Grosso

Rede TV – Rondônia

31/03/2022

O diretor-executivo do Movimento Pró-logística e consultor de Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Edeon Vaz, participou no último sábado (19.03), da manifestação em prol da pavimentação asfáltica da BR-174, na divisa entre Rondônia (RO) e Mato Grosso (MT).

A iniciativa partiu dos produtores rurais, comércio e moradores de Vilhena, bem como de populares e empresários da região Noroeste de Mato Grosso, com objetivo de chamar atenção dos governantes de Mato Grosso e Rondônia, além do governo federal para resolverem a situação da pavimentação asfáltica da rodovia.

Na oportunidade, Edeon Vaz, afirmou que o Movimento Pró-logística e a Aprosoja-MT, já estão trabalhando junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), cobrando que o governo autorize a desenvolver os projetos de licenciamento ambiental e de engenharia para a realização da licitação.

Leia Também:  Pantanal sul-mato-grossense pode se tornar patrimônio nacional. Veja como afeta o agronegócio

“Estivemos no DNIT e verificamos que já existe o Estudo de Viabilidade Técnica Econômica Ambiental (EVETEA), agora precisamos que o governo providencie os licenciamentos, para assim, ser possível, obter o licenciamento”, afirmou Edeon.

Segundo o diretor-executivo do Movimento Pró-logística, a produção dos municípios de Juara, Brasnorte, Juína que necessitam ir até Comodoro tem que passar por Sapezal para chegarem em Vilhena (RO), perfazendo cerca de 600 quilômetros, enquanto se a rodovia estivesse pavimentada diminuiria para menos de 300km.

“Esse trecho é extremamente importante para a redução de custo do frete que traz insumos para as propriedades, bem como para o escoamento da produção dos grãos”, declarou Edeon.

O secretário de Estado de Agricultura de Rondônia, Evandro Padovani, disse que essa é uma rodovia importante para os Estados de MT e RO. “A interligação dessa estrada é importante para os produtores rurais e sociedade da região Noroeste de Mato grosso, assim para Vilhena (RO), município polo que irá reduzir os custos de produção do transporte rodoviário”, acrescentou Padovani.

Leia Também:  Mercado de soja fecha a semana com pequena alta e grandes expectativas

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Usina transforma dejetos suínos em combustível e abre nova frente de renda no campo

Publicados

em

A geração de energia a partir de resíduos da produção animal começou a ganhar escala no Brasil com a entrada em operação da primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para uso de dejetos suínos. A planta está localizada em Campos Novos (350 km da capital, Florianópolis), no Meio-Oeste de Santa Catarina, uma das principais regiões produtoras de proteína animal do país.

O projeto recebeu cerca de R$ 65 milhões em investimentos e tem capacidade de produzir até 16 mil metros cúbicos de biometano por dia, combustível renovável que pode substituir o gás natural em aplicações industriais e veiculares. A iniciativa conecta geração de energia, tratamento de resíduos e renda adicional para produtores integrados à cadeia da suinocultura.

O Brasil abriga um dos maiores rebanhos suínos do mundo, com produção anual superior a 5 milhões de toneladas de carne, concentrada principalmente na região Sul. Esse volume gera uma quantidade significativa de resíduos, que historicamente representam passivo ambiental e custo de manejo. A conversão desses dejetos em biogás e, posteriormente, em biometano, muda essa lógica ao transformar resíduo em ativo econômico.

Leia Também:  Analistas dizem que pode faltar milho no mercado interno

A usina opera com biodigestores do tipo CSTR, tecnologia que permite a decomposição controlada da matéria orgânica e a geração de biogás. Esse gás é então purificado por membranas até atingir pureza superior a 96%, padrão exigido para comercialização como biometano. A certificação da ANP garante rastreabilidade e viabiliza a inserção do produto no mercado formal de energia.

Além do combustível, o projeto gera subprodutos com valor comercial, como CO₂ de grau alimentício e biofertilizantes, ampliando o conceito de economia circular dentro da propriedade rural. Outro componente relevante é a emissão de créditos de descarbonização (CBios), que cria uma fonte adicional de receita atrelada à redução de emissões.

A iniciativa ocorre em um momento de expansão do mercado de biogás no país. O Brasil já conta com mais de 900 plantas em operação, segundo dados da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), mas a maior parte ainda voltada à geração elétrica. O biometano, por sua vez, representa uma etapa mais avançada da cadeia, com maior valor agregado e potencial de substituição de combustíveis fósseis.

Leia Também:  Governo antecipa fim da “taxa do agro” e promete alívio ao produtor rural

Em Santa Catarina, a forte presença da suinocultura cria condições favoráveis para esse tipo de projeto. O estado é um dos principais produtores de suínos do país e concentra uma cadeia integrada, com cooperativas e agroindústrias estruturadas, o que facilita a coleta de resíduos e a viabilização econômica das usinas.

A expansão já está no radar. A empresa responsável projeta investimentos superiores a R$ 500 milhões no estado nos próximos anos, com novos projetos de biometano voltados ao aproveitamento de resíduos agropecuários.

Para o produtor rural, o modelo abre uma nova frente de receita e reduz custos ambientais. Ao integrar produção animal, geração de energia e fertilização do solo, o sistema cria um ciclo mais eficiente e sustentável, com impacto direto na rentabilidade da atividade.

O avanço do biometano indica uma tendência mais ampla no agronegócio brasileiro: a incorporação de energia à lógica produtiva. Assim como ocorreu com o etanol e o biodiesel, a geração de combustível a partir de resíduos deve ganhar espaço e se consolidar como mais um eixo de diversificação dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

;

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA