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Federação de agricultores de São Paulo pedem ajuda a Geraldo Alckmin contra perdas

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A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) apresentou reivindicação ao vice-presidente Geraldo Alckmin para ajudar a vencer os desafios enfrentados pelos agricultores de São Paulo, particularmente devido à perda significativa na produção de grãos resultante das condições climáticas adversas associadas ao fenômeno El Niño.

A federação solicitou a implementação de políticas especiais e a renegociação de empréstimos de custeio e investimento, bem como a ampliação dos limites de crédito para os agricultores impactados.

Em uma nota emitida neste sábado (24.02), a Faesp destacou que, na região de Ourinhos, a produtividade caiu em média 20%, com alguns produtores reportando perdas de até 50% em suas colheitas. Essas informações foram compiladas pela federação em colaboração com sindicatos agrícolas locais e o apoio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

Adicionalmente, a Faesp mencionou ao vice-presidente a questão da qualidade insatisfatória do fornecimento de energia elétrica no Vale do Paraíba, que tem afetado negativamente os agricultores da região. Especificamente, os produtores que dependem de sistemas de refrigeração, como aqueles no setor lácteo, foram severamente prejudicados.

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Para mitigar esses problemas, a liderança da Faesp propôs a isenção das faturas de energia elétrica para os produtores nos períodos em que o fornecimento de energia for interrompido por mais de oito horas.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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