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Demanda elevada garante preço médio da carne de frango em fevereiro

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O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou nesta sexta-feira (23.02) que, embora tenha ocorrido uma queda nos preços da carne de frango na segunda metade do mês, o aumento na procura pela proteína na primeira quinzena de fevereiro assegurou uma elevação no preço médio mensal do produto.

Apesar dessa recente redução, a média de preços ainda reflete um acréscimo de 2,7% em relação a janeiro, cotada a R$ 7,22 por quilo. A observação vem do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), parte da renomada Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), que se dedica a analisar as flutuações do mercado.

Os especialistas do Cepea indicam que essa correção nos preços durante a segunda metade do mês é uma resposta à capacidade financeira mais limitada da população brasileira, um fenômeno comum que influencia o comportamento do mercado. Este ajuste reflete as dinâmicas do consumo interno, onde, após um período de elevação nos preços, é natural observar uma retração conforme o mês avança e o poder de compra dos consumidores se mostra mais restrito.

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Essa análise detalhada do Cepea evidencia a volatilidade do mercado de carnes no Brasil, destacando a importância de monitorar as tendências de preços para entender melhor as oscilações econômicas que afetam diretamente produtores, varejistas e consumidores. A instituição, com seu histórico de pesquisa aplicada, oferece insights valiosos sobre as forças que moldam o setor agropecuário nacional, contribuindo para estratégias de mercado mais informadas e eficazes.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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