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Circuito Aprosoja percorrerá a região Leste de Mato Grosso a partir de segunda-feira (02)

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Circuito Aprosoja percorrerá a região Leste de Mato Grosso a partir de segunda-feira (02)

A primeira cidade da região a receber o Circuito Aprosoja é Paranatinga, e em seguida, Gaúcha do Norte

28/04/2022

A 16ª edição do evento vai passar por 28 municípios levando palestras para produtores e profissionais do agro com o comentarista Caio Copolla

Promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), o Circuito Aprosoja percorrerá os municípios da Região Leste a partir desta segunda-feira (02.05). Em sua 16ª edição, o evento levará ao interior do Estado palestras com o comentarista político Caio Copolla.

A primeira cidade da região a receber o Circuito Aprosoja é Paranatinga, a partir das 8h30, no Clube Denise. Em seguida, Gaúcha do Norte vai contar com a programação, que será realizada no Sindicato Rural.

Considerado um dos principais eventos da cadeia produtiva da soja do país, o Circuito Aprosoja visa promover o debate com informações estratégicas e de qualidade junto a produtores e profissionais do agro.

“Vamos percorrer 28 municípios e a Capital do Estado levando informações da entidade. Além disso, queremos ouvir as demandas dos nossos produtores, sejam elas críticas ou sugestões, e dialogar sobre as questões políticas do país”, afirmou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore.

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Após percorrer a região Norte e Leste, o 16º Circuito Aprosoja estará nas regiões Oeste e Sul de Mato Grosso. Confira a programação completa do evento:

REGIÃO LESTE

02/mai SEG Paranatinga 8h30

02/mai SEG Gaúcha do Norte 18h30

03/mai TER Canarana 18h30

04/mai QUA Querência  18h30

05/mai QUI Porto Alegre do Norte 8h30

05/mai QUI Água Boa  18h30

06/mai SEX Nova Xavantina 18h30

REGIÃO OESTE 

16/mai SEG Comodoro 18h30

17/mai TER Sapezal 18h30

18/mai QUA Campo Novo do Parecis  18h30

19/mai QUI Nova Maringá 8h30

19/mai QUI Diamantino 18h30

20/mai SEX Tangará da Serra 18h30

REGIÃO SUL

23/mai SEG Alto Taquari 18h30

24/mai TER Alto Garças  8h30

24/mai TER Rondonópolis  18h30

25/mai QUA Jaciara 18h30

26/mai QUI Primavera do Leste  18h30

27/mai SEX Campo Verde 18h30

ENCERRAMENTO 

06/jun SEG Cuiabá 19h

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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Usina transforma dejetos suínos em combustível e abre nova frente de renda no campo

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A geração de energia a partir de resíduos da produção animal começou a ganhar escala no Brasil com a entrada em operação da primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para uso de dejetos suínos. A planta está localizada em Campos Novos (350 km da capital, Florianópolis), no Meio-Oeste de Santa Catarina, uma das principais regiões produtoras de proteína animal do país.

O projeto recebeu cerca de R$ 65 milhões em investimentos e tem capacidade de produzir até 16 mil metros cúbicos de biometano por dia, combustível renovável que pode substituir o gás natural em aplicações industriais e veiculares. A iniciativa conecta geração de energia, tratamento de resíduos e renda adicional para produtores integrados à cadeia da suinocultura.

O Brasil abriga um dos maiores rebanhos suínos do mundo, com produção anual superior a 5 milhões de toneladas de carne, concentrada principalmente na região Sul. Esse volume gera uma quantidade significativa de resíduos, que historicamente representam passivo ambiental e custo de manejo. A conversão desses dejetos em biogás e, posteriormente, em biometano, muda essa lógica ao transformar resíduo em ativo econômico.

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A usina opera com biodigestores do tipo CSTR, tecnologia que permite a decomposição controlada da matéria orgânica e a geração de biogás. Esse gás é então purificado por membranas até atingir pureza superior a 96%, padrão exigido para comercialização como biometano. A certificação da ANP garante rastreabilidade e viabiliza a inserção do produto no mercado formal de energia.

Além do combustível, o projeto gera subprodutos com valor comercial, como CO₂ de grau alimentício e biofertilizantes, ampliando o conceito de economia circular dentro da propriedade rural. Outro componente relevante é a emissão de créditos de descarbonização (CBios), que cria uma fonte adicional de receita atrelada à redução de emissões.

A iniciativa ocorre em um momento de expansão do mercado de biogás no país. O Brasil já conta com mais de 900 plantas em operação, segundo dados da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), mas a maior parte ainda voltada à geração elétrica. O biometano, por sua vez, representa uma etapa mais avançada da cadeia, com maior valor agregado e potencial de substituição de combustíveis fósseis.

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Em Santa Catarina, a forte presença da suinocultura cria condições favoráveis para esse tipo de projeto. O estado é um dos principais produtores de suínos do país e concentra uma cadeia integrada, com cooperativas e agroindústrias estruturadas, o que facilita a coleta de resíduos e a viabilização econômica das usinas.

A expansão já está no radar. A empresa responsável projeta investimentos superiores a R$ 500 milhões no estado nos próximos anos, com novos projetos de biometano voltados ao aproveitamento de resíduos agropecuários.

Para o produtor rural, o modelo abre uma nova frente de receita e reduz custos ambientais. Ao integrar produção animal, geração de energia e fertilização do solo, o sistema cria um ciclo mais eficiente e sustentável, com impacto direto na rentabilidade da atividade.

O avanço do biometano indica uma tendência mais ampla no agronegócio brasileiro: a incorporação de energia à lógica produtiva. Assim como ocorreu com o etanol e o biodiesel, a geração de combustível a partir de resíduos deve ganhar espaço e se consolidar como mais um eixo de diversificação dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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