CUIABÁ

AGRONEGÓCIO

Aprosoja leva atração nacional para Norte Show

Publicados

AGRONEGÓCIO


Fortalecimento Institucional

Aprosoja leva atração nacional para Norte Show

Bola e Carioca que durante décadas participaram do Pânico na Jovem Pan, apresentam atualmente o PodCast Ticaracaticast

11/04/2022

Na sexta-feira (22.04), no estande da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja -MT), da feira agropecuária Norte Show, em Sinop, os humoristas Marcos Chiesa (Bola) e Márvio Lucio (Carioca) estarão ao vivo com o podcast Ticaracaticast falando sobre o agro mato-grossense. A visita é tem como objetivo aproximar o público jovem de conteúdos relevantes sobre o setor produtivo.

Além de conhece a feira, o estande e fazer visitas em fazendas da região, Bola) e Carioca apresentarão ao vivo o Ticaracaticast, entrevistando o presidente da Aprosoja, o vice-presidente Lucas Costa Beber, o Diretor Administrativo Nathan Belusso e outras autoridades.

“Essa parceria já acontece há alguns meses, com um momento agro nos episódios podcast deles, onde falam sobre a Aprosoja, sobre os benefícios do milho e da soja para o país e desmistificam muitas inverdades faladas sobre o agro. Essa parceria é importante, principalmente porque fala com os grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo”, explica o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore.

Leia Também:  Projeto de Lei propõe atualização dos índices de produtividade no campo

Os humoristas

Marcos Chiesa, o Bola, ficou conhecido pelos quadros de desafios, imitações e perrengues, apresentados no Pânico na TV, entre os anos de 2003 a 2011. Com uma risada única, Boleta como é chamado, se consagrou sendo integrante do Pânico na rádio Jovem Pan durante 25 anos.

Já Márvio Lúcio, o Carioca, se destaca pela facilidade em imitar celebridades e criar personagens que se consagraram no humorismo televisivo. Imitações como Marcelo Sem Dente, Amauri Dumbo e Dilma Ducheff ficaram marcadas na sua trajetória de cinco anos no programa Pânico na TV. Com 22 anos de rádio, Carioca saiu da Jovem Pan e depois de um tempo criou o Ticaracaticast, um podcast junto com Bola, para entrevistar famosos de uma forma leve e descontraída.

O Estande

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja – MT) está presente nas principais feiras agropecuárias do estado. Com um estande de cem metros quadrados, a Aprosoja recebe os produtores e sociedade em geral para conhecer os trabalhos da entidade.

Leia Também:  Além da Ferrogrão, novo PAC vai investir R$ 60,6 bilhões em estradas vicinais para escoamento de safras em Mato Grosso

O estande já esteve na Farm Show em Primavera do Leste, Show Safra em Lucas do Rio Verde, Parecis SuperAgro em Campo Novo do Parecis e estará também na Norte Show em Sinop.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Usina transforma dejetos suínos em combustível e abre nova frente de renda no campo

Publicados

em

A geração de energia a partir de resíduos da produção animal começou a ganhar escala no Brasil com a entrada em operação da primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para uso de dejetos suínos. A planta está localizada em Campos Novos (350 km da capital, Florianópolis), no Meio-Oeste de Santa Catarina, uma das principais regiões produtoras de proteína animal do país.

O projeto recebeu cerca de R$ 65 milhões em investimentos e tem capacidade de produzir até 16 mil metros cúbicos de biometano por dia, combustível renovável que pode substituir o gás natural em aplicações industriais e veiculares. A iniciativa conecta geração de energia, tratamento de resíduos e renda adicional para produtores integrados à cadeia da suinocultura.

O Brasil abriga um dos maiores rebanhos suínos do mundo, com produção anual superior a 5 milhões de toneladas de carne, concentrada principalmente na região Sul. Esse volume gera uma quantidade significativa de resíduos, que historicamente representam passivo ambiental e custo de manejo. A conversão desses dejetos em biogás e, posteriormente, em biometano, muda essa lógica ao transformar resíduo em ativo econômico.

Leia Também:  Danone volta atrás e desmente que vá interromper compra de soja brasileira

A usina opera com biodigestores do tipo CSTR, tecnologia que permite a decomposição controlada da matéria orgânica e a geração de biogás. Esse gás é então purificado por membranas até atingir pureza superior a 96%, padrão exigido para comercialização como biometano. A certificação da ANP garante rastreabilidade e viabiliza a inserção do produto no mercado formal de energia.

Além do combustível, o projeto gera subprodutos com valor comercial, como CO₂ de grau alimentício e biofertilizantes, ampliando o conceito de economia circular dentro da propriedade rural. Outro componente relevante é a emissão de créditos de descarbonização (CBios), que cria uma fonte adicional de receita atrelada à redução de emissões.

A iniciativa ocorre em um momento de expansão do mercado de biogás no país. O Brasil já conta com mais de 900 plantas em operação, segundo dados da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), mas a maior parte ainda voltada à geração elétrica. O biometano, por sua vez, representa uma etapa mais avançada da cadeia, com maior valor agregado e potencial de substituição de combustíveis fósseis.

Leia Também:  Feito histórico: agronegócio mineiro supera a mineração

Em Santa Catarina, a forte presença da suinocultura cria condições favoráveis para esse tipo de projeto. O estado é um dos principais produtores de suínos do país e concentra uma cadeia integrada, com cooperativas e agroindústrias estruturadas, o que facilita a coleta de resíduos e a viabilização econômica das usinas.

A expansão já está no radar. A empresa responsável projeta investimentos superiores a R$ 500 milhões no estado nos próximos anos, com novos projetos de biometano voltados ao aproveitamento de resíduos agropecuários.

Para o produtor rural, o modelo abre uma nova frente de receita e reduz custos ambientais. Ao integrar produção animal, geração de energia e fertilização do solo, o sistema cria um ciclo mais eficiente e sustentável, com impacto direto na rentabilidade da atividade.

O avanço do biometano indica uma tendência mais ampla no agronegócio brasileiro: a incorporação de energia à lógica produtiva. Assim como ocorreu com o etanol e o biodiesel, a geração de combustível a partir de resíduos deve ganhar espaço e se consolidar como mais um eixo de diversificação dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

;

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA