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Município dá ordem de serviço para retomada da obra da ESF da Gleba Rio Vermelho

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O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, assinou nesta sexta-feira (21) a ordem de serviço para retomada e conclusão da obra da Estratégia Saúde da Família (ESF) da Gleba Rio Vermelho, zona rural do município. Com previsão de entrega em três meses, a unidade deve atender cerca de 190 famílias cadastradas na região. Atualmente os moradores são atendidos na comunidade católica da localidade.

A assinatura para retomada da obra ocorreu em um evento na frente da própria unidade, contando com a presença do secretário municipal de Saúde, Israel Paniago, outros secretários municipais, vereadores, lideranças comunitárias e um grande número de moradores. A construção tinha sido iniciada em fevereiro de 2023, sendo abandonada pela antiga empresa responsável ainda na gestão anterior.

O prefeito Cláudio Ferreira e o secretário Israel Paniago, ao centro, com moradores da localidade e integrantes da gestão. Foto – Marcos Miraglia

A gestão atual providenciou uma nova licitação para retomada e conclusão do projeto, orçado em R$ 408.981,26. Em seu discurso à comunidade, o prefeito lembrou que Rondonópolis, no final de 2024, era a cidade que mais tinha obras paradas em Mato Grosso. “Não importa quem começou a obra. Nós vamos terminar todas as obras paradas deixadas. Nós não vamos deixar nada para trás. O dinheiro é do trabalhador e tem que ser respeitado”, disse.

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Cláudio Ferreira destacou ainda as obras que a gestão tem feito em toda a cidade e que a saúde pública tem avançado. “O nosso propósito não é outro senão o de transformar a saúde pública de Rondonópolis. Estamos fazendo isso na prática, e não só no discurso”, assegurou.

Foto – Marcos Miraglia

Nesse contexto, enfatizou que a zona rural, a exemplo da Gleba Rio Vermelho, não está sendo esquecida. “No nosso projeto que estamos pensando Rondonópolis para os próximos 40 anos, ninguém vai ficar para trás e ninguém vai ficar do lado de fora”, afirmou o gestor.

A comunidade viu com alívio a oficialização da retomada da obra que estava parada há mais de dois anos. O líder comunitário Nelsivon Gomes, em seu discurso no evento, agradeceu o prefeito e o secretário Mykaell Vitorino [antigo secretário de Saúde] pelo atendimento da demanda. Ele enfatizou que esse, na verdade, é um projeto de toda a comunidade e que é o primeiro passo para outras conquistas.

Foto – Marcos Miraglia

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Prefeitura abre processo administrativo contra empresa por problemas estruturais​ em obra

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O secretário municipal de Infraestrutura, Lucas Luz, abriu um processo administrativo para apurar o descumprimento contratual e a ocorrência de vícios, defeitos ou falhas estruturais por parte da empresa Imobiliária e Construtora Satélite Ltda, responsável pela execução da obra remanescente da ponte em concreto armado sobre o córrego Lageadinho, na Avenida Bandeirantes, na saída para Primavera do Leste.

A abertura do processo consta na portaria interna nº 56, de 19 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial do Município número 6.260, justificando que a medida se faz necessária em função das “graves anomalias estruturais, incorreções executivas e instabilidades apontadas em laudo técnico especializado, as quais comprovaram que a referida ponte não atende aos requisitos mínimos de segurança, ensejando inclusive a necessidade de sua interdição total e imediata para resguardar a coletividade”.

O documento informa que a Secretaria Municipal de Infraestrutura expediu notificação extrajudicial para a empresa determinando o cumprimento das obrigações contratuais e o acionamento da garantia, em razão de falhas graves na execução da obra e do comprometimento de sua estrutura, bem como a apresentação de cronograma e execução da correção dos vícios estruturais. Contudo, em resposta, a empresa se recusou expressamente a realizar as reparações e adequações necessárias.

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O processo vai apurar, de forma definitiva e oficial, a necessidade de determinação de reparação, correção, remoção, reconstrução ou substituição de partes da obra, com custos bancados pela contratada, bem como eventual aplicação das sanções administrativas previstas no contrato, no edital e na legislação. 

O prazo para a conclusão do processo administrativo será de até 30 dias, podendo ser prorrogado. “Determino, ainda, que a comissão processante observe na íntegra todos os direitos e garantias constitucionais inerentes aos princípios da ampla defesa e do contraditório da empresa processada”, pontua o secretário.

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