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Max Russi diz que debate sobre VLT desvia foco dos atrasos nas obras do BRT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), afirmou que as declarações sobre supostas irregularidades na implantação do VLT desviam o foco do principal objetivo da comissão criada pela Casa: esclarecer os atrasos e cobrar a conclusão das obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo Russi, a intenção da Assembleia não é promover perseguições políticas, mas obter explicações sobre os sucessivos adiamentos do empreendimento, que ainda não tem prazo para ser concluído. “A Assembleia quer saber por que a obra não termina. A população quer a conclusão do BRT”, declarou.

O parlamentar também defendeu a convocação do secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, afirmando que prestar esclarecimentos é uma prerrogativa do Legislativo e uma forma de dar transparência às ações do governo. Além disso, cobrou punições às empresas que abandonam contratos públicos e voltou a defender medidas que acelerem a entrega da obra, destacando que os maiores prejudicados são os moradores da região metropolitana.

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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