CUIABÁ

ECONOMIA

Cranberries incrementam a economia nacional

Publicados

ECONOMIA

O consumo de cranberry no Brasil cresceu 131% nos últimos anos, de acordo com dados da Comex Stat, que registraram importações superiores a 2,5 milhões de quilos por ano. O aumento reflete a expansão da demanda por produtos funcionais no mercado nacional.

Amplamente reconhecido por suas propriedades saudáveis, destaca-se como um aliado no combate a infecções do trato urinário, além de ser um potente anti-inflamatório e auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares. Esses benefícios tornam o cranberry um ingrediente cada vez mais desejado, especialmente em um cenário de crescente conscientização sobre saúde e bem-estar.

Globalmente, o mercado de cranberry foi avaliado em US$ 2,35 bilhões em 2024 e projeta-se que atinja US$ 2,83 bilhões até 2028. De acordo com o relatório Global Cranberries Market Report 2025, da The Business Research Company, a previsão é de que o mercado chegue a US$ 2,97 bilhões até 2030.

Para difundir o consumo da “Superfruta Original Americana” e ampliar a oferta na alimentação dos brasileiros, destacando seus benefícios nutricionais e o modelo sustentável de produção, o Cranberry Institute (CI) — entidade norte-americana que atua como organização de pesquisa e divulgação científica da fruta — fomenta uma série de estudos sobre nutrição, sustentabilidade e saúde, além de incentivar práticas agrícolas responsáveis.

Leia Também:  Seduc lança Especialista Padis e amplia acesso a informações do projeto em parceria com o Banco Mundial

Além do valor nutricional a fruta ocupa lugar de destaque na cultura norte-americana, onde é produzido por mais de 1.100 pequenos agricultores familiares — muitos deles na quarta, quinta ou sexta geração — em plantações que ocupam cerca de 15 mil hectares, distribuídos principalmente nos estados de Wisconsin, Massachusetts, Nova Jersey, Oregon e Washington.



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

veja o que considerar antes de investir

Publicados

em

A dúvida entre investir em imóvel ou manter o dinheiro aplicado ganhou força em um cenário de juros ainda elevados, maior acesso a produtos financeiros e busca por alternativas de construção patrimonial. Em junho de 2026, o Comitê de Política Monetária, do Banco Central do Brasil, reduziu a Taxa Selic para 14,25% ao ano, mantendo o tema dos investimentos em evidência entre consumidores e investidores.

Ao mesmo tempo, dados do Índice FipeZAP apontam alta de 5,59% nos preços de venda residencial em 12 meses até maio de 2026. Já a B3, bolsa do Brasil, registrou 205.949 novos investidores em produtos de renda variável em 2025. Os números ajudam a contextualizar uma mudança de comportamento: parte dos brasileiros passou a comparar alternativas de investimento com mais atenção a prazo, risco, liquidez e finalidade.

A comparação entre aplicação financeira e investimento imobiliário, no entanto, não deve ser feita apenas pela rentabilidade. Segundo especialistas, cada alternativa pode cumprir uma função diferente dentro de uma estratégia patrimonial. Produtos financeiros podem oferecer maior liquidez e facilidade de movimentação, enquanto o imóvel tende a ser analisado em horizonte mais longo, podendo combinar uso, renda com locação, preservação de valor e valorização.

Para Tiago Boeira, especialista e consultor do mercado financeiro, o investidor precisa avaliar os pontos fortes de cada alternativa antes de tomar uma decisão.

“A comparação entre mercado financeiro e mercado imobiliário precisa considerar os pontos fortes de cada alternativa. Mais do que olhar apenas para a rentabilidade, o investidor deve avaliar segurança, liquidez, horizonte de tempo e o papel de cada ativo na construção patrimonial”, afirma Boeira.

Leia Também:  Veja o que abre e o que fecha na saúde e as ações especiais no feriado desta quarta-feira

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) apontou que o mercado imobiliário brasileiro apresentou desempenho sólido em 2025, mesmo diante de juros elevados e desafios macroeconômicos. De acordo com a entidade, o setor mostrou resiliência em razão de fatores como crescimento do emprego, expansão da renda real e demanda habitacional.

No caso dos imóveis, a análise envolve variáveis que vão além da comparação direta com a renda fixa ou outros produtos financeiros. Localização, qualidade construtiva, demanda da região, funcionalidade do projeto, reputação da construtora, infraestrutura urbana e possibilidade de liquidez futura influenciam o comportamento do ativo ao longo do tempo.

Na avaliação de George Khoury Jr., sócio-fundador e diretor da Ciplart, a decisão de compra imobiliária reúne aspectos emocionais e patrimoniais.

“Comprar um imóvel envolve uma decisão emocional, mas também patrimonial. Por isso, o comprador precisa olhar além do valor de entrada e da parcela. Localização, qualidade construtiva, funcionalidade do projeto, reputação da construtora e potencial de valorização influenciam diretamente a segurança da decisão”, afirma Khoury Jr.

Especialistas observam que a escolha entre deixar o dinheiro aplicado ou investir em imóvel depende do perfil e do objetivo de cada pessoa. Quem precisa de acesso rápido aos recursos pode priorizar liquidez. Já quem busca formação patrimonial, possibilidade de renda recorrente ou aquisição de um bem de uso pode avaliar o imóvel como parte de uma estratégia de longo prazo.

Leia Também:  Edifícios de uso misto ganham espaço nas cidades

Outro ponto considerado é que imóvel e aplicação financeira não precisam ser tratados como alternativas opostas. Em muitos planejamentos, os dois caminhos podem ser complementares. Aplicações financeiras podem atender reserva, proteção de curto prazo e flexibilidade, enquanto o imóvel pode ocupar espaço na construção de patrimônio, diversificação e renda futura.

A educação financeira também tem influenciado a forma como consumidores analisam a compra imobiliária. Critérios antes mais comuns no mercado financeiro, como risco, prazo, retorno esperado e objetivo do capital, passaram a fazer parte da avaliação de quem compra um imóvel para morar, investir ou proteger patrimônio.

Para o setor imobiliário, esse movimento tende a tornar o comprador mais criterioso. A decisão deixa de ser guiada apenas por preço, entrada e parcela, passando a considerar o conjunto de fatores que pode sustentar a qualidade do investimento no longo prazo.

Sobre a Ciplart

A Ciplart é uma construtora de Maringá (PR) que atua no mercado imobiliário com empreendimentos residenciais desenvolvidos a partir de critérios como localização, qualidade construtiva, planejamento e funcionalidade dos projetos. Segundo a empresa, sua atuação busca contribuir para decisões imobiliárias mais seguras e alinhadas à construção de valor no longo prazo.

Para conhecer os empreendimentos da Ciplart, basta acessar www.ciplart.com.br.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA