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Roubos de carga em São Paulo caem 37% em maio

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O estado de São Paulo registrou queda de 37% nos roubos de carga em maio deste ano. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).

Segundo a secretaria, foram contabilizadas nas delegacias 194 ocorrências no mês, ante os 308 casos de maio de 2025. No acumulado de janeiro a maio, o índice foi de 1.613 para 1061 casos, índice 34% menor.

A capital e a Grande São Paulo apresentam a maioria dos registros. Em maio de 2026, a região contabilizou 164 ocorrências, uma redução de 35% em relação às 253 do mesmo período do ano anterior. No acumulado anual, os números passaram de 1.301 em 2025 para 894.

Já no interior do estado, que abrange 606 cidades, as ocorrências mensais caíram de 55 para 30, um recuo de 45%. Com apenas 167 casos somados em 2026, a região atingiu o menor patamar de sua série histórica.

Violência contra a mulher

Apesar da queda nos números de roubos, dados da SSP apontam avanço da violência contra a mulher. De janeiro a abril, foram registrados 1.237 casos de estupros no estado.

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Em relação ao mesmo período no ano passado, onde ocorreram 1.181 casos, houve aumento de 4,7%. Os casos de estupro de vulnerável apresentaram aumento de 2,28%. Em 2026, foram 3943 casos contra 3855, do ano anterior.



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STF forma maioria para liberar pagamento de penduricalhos retroativos

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O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para liberar o pagamento de penduricalhos retroativos a juízes, procuradores e promotores do Ministério Público. Com o voto do ministro Luiz Fux durante julgamento virtual neste sábado (27), o placar está 5 votos a 0 pela liberação.

Os votos anteriores foram proferidos pelos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Flávio Dino, que propuseram que o pagamento das indenizações respeite um limite de 35% do teto do funcionalismo público.

Em seu voto, Fux, entretanto, defendeu que não deve haver teto para o pagamento de direitos já adquiridos, como férias e licenças não aproveitadas, argumentando que a reparação deve ser integral.

O julgamento virtual segue até a próxima terça-feira (30). Quatro ministros ainda precisam votar.

Entenda

Penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que, somados ao salário, ultrapassam a remuneração máxima definida constitucionalmente, hoje de R$ 46,3 mil.

Em 25 de março, por unanimidade, os ministros decidiram que as indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos integrantes da Corte.

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Dessa forma, juízes, promotores e procuradores poderão ganhar pelo menos R$ 62,5 mil mensais, somando o teto e R$ 16,2 mil em penduricalhos.

* Matéria alterada às 15h16 para corrigir informação sobre encerramento do julgamento



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