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Brasil encontra velhos conhecidos no Grupo C da Copa do Mundo

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A seleção brasileira inicia a sua jornada em busca do tão sonhado hexacampeonato da Copa do Mundo no Grupo C da competição, no qual medirá forças com Marrocos, Escócia e Haiti. O torneio, que terá como sede Estados Unidos, México e Canadá, será disputado entre 11 de junho e 19 de julho.

O Brasil chega à competição após um ciclo no qual teve quatro técnicos (Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e o italiano Carlo Ancelotti). Da Copa de 2022 até agora viu a queda de sua principal referência técnica, o atacante Neymar, que, apesar de ter sido convocado, está mais velho e vem sofrendo demais com problemas físicos que o impedem de desenvolver seu melhor futebol.

Com isso, as esperanças da torcida brasileira se concentram em uma nova geração de jogadores que tem o atacante Vinicius Júnior, do Real Madrid (Espanha), como expoente. Outros jogadores que podem assumir o protagonismo no time verde e amarelo são os atacantes Raphinha, do Barcelona (Espanha), e Endrick, do Lyon (França).

Sem laterais de confiança, o italiano Carlo Ancelotti deve optar por uma espécie de 4-2-4, com uma linha de quatro defensores que avançam pouco, guardando muito suas posições e um quarteto ofensivo que tem como característica a intensa movimentação e a busca constante de associações que levem à criação de oportunidades de gol.

Destaque em 2022

O primeiro adversário da seleção brasileira no Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá será um dos destaques da Copa de 2022, o Marrocos. A equipe africana medirá forças com a seleção comandada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti no dia 13 de junho, em Nova Jersey.

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Os marroquinos já encontraram os brasileiros em um Mundial, no ano de 1998, pela fase de grupos. Naquela oportunidade, a seleção canarinho triunfou por 3 a 0, gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.

O futebol do Marrocos vive um claro momento de evolução, com a equipe africana tendo protagonizado uma grande campanha na Copa de 2022, quando garantiu o quarto lugar. A atual 11ª colocada do ranking de seleções da Fifa derrotou o Brasil no último encontro entre as equipes, por 2 a 1 em Tânger (Marrocos) em março de 2023, em partida amistosa que marcou o início do ciclo de preparação para o Mundial de 2026. Naquela oportunidade a seleção brasileira era dirigida, de forma interina, pelo técnico Ramon Menezes.

Os grandes destaques da equipe comandada pelo técnico Mohamed Ouahbi são o lateral Achraf Hakimi, do PSG (França), e o goleiro Yassine Bounou, que defende o Al-Hilal (Arábia Saudita).

Encontro inédito

Seis dias após a estreia na Copa (em 19 de junho), na Filadélfia, o Brasil terá pela frente o único adversário da primeira fase contra o qual nunca mediu forças em Copas do Mundo, o Haiti. A seleção caribenha, que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de mais de 50 anos, já enfrentou o Brasil em três oportunidades, com 100% de aproveitamento da seleção brasileira.

A equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Migné, atual 84ª colocada do ranking de seleções da Fifa, tem como um de seus destaques o zagueiro Ricardo Adé, que ajudou a LDU (Equador) a alcançar as semifinais da última edição da Copa Libertadores.

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Velho conhecido

O terceiro compromisso do Brasil na Copa de 2026 será no dia 24 de junho contra a Escócia. Entre os três adversários da seleção na primeira fase, este é o mais conhecido. Em Copas do Mundo, a seleção verde e amarela mediu forças com os europeus em quatro oportunidades: empate por 0 a 0 em 1974, vitória de 4 a 1 em 1982, triunfo de 1 a 0 em 1990 e vitória de 2 a 1 em 1998.

A Escócia, que é a atual 36ª colocada do ranking de seleções da Fifa, não vive um bom momento, e participou de sua última Copa em 1998. Na equipe comandada pelo técnico Steve Clarke, um jogador que merece ser observado com atenção é o volante Scott McTominay, peça importante do Napoli (Itália).



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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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