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Comissão da CGE lança campanha de arrecadação de livros e material escolar

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) deu início, nesta quarta-feira (11.2), às ações da Comissão da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) de 2026 com o lançamento da Campanha de Arrecadação de Livros e Materiais Escolares. A iniciativa busca mobilizar servidores e a população para a doação de itens novos ou usados, em bom estado de conservação, que serão destinados à Biblioteca Comunitária Saber com Sabor e a instituições sem fins lucrativos. A campanha segue até o dia 27 de fevereiro.

De acordo com a presidente da Comissão A3P, Sandra Bacani, a ação já se consolidou como uma prática recorrente da instituição. “A CGE tem um perfil solidário e participativo muito forte. Além de beneficiar quem precisa, a campanha também contribui com o meio ambiente ao incentivar o reaproveitamento de materiais em bom estado. Além de livros, estão sendo arrecadados itens como tesouras, lápis, borrachas, canetas e mochilas. O mais importante é que os materiais estejam em condições adequadas para utilização”, destacou.

Somadas as edições anteriores, a iniciativa já resultou na arrecadação de mais de 825 quilos de materiais, o que evitou o descarte inadequado de livros e itens escolares. Segundo Sandra, o volume arrecadado ao longo dos anos evidencia o impacto positivo da ação. “Os resultados mostram ganhos sociais e ambientais importantes, ao impedir que esses materiais sejam descartados de forma incorreta”, explicou.

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Além da campanha de arrecadação, a CGE desenvolve, por meio da A3P, diversas ações voltadas à sustentabilidade, como o incentivo ao descarte correto de resíduos, o estímulo ao plantio de árvores, a disseminação de informações sobre a separação de resíduos e a realização de campanhas de recolhimento de resíduos eletrônicos.

“Nós trabalhamos essas iniciativas de forma contínua. Em 2026, retomaremos campanhas com vídeos educativos para reforçar a separação correta dos resíduos e boas práticas no ambiente de trabalho, como apagar as luzes, ajustar o uso do ar-condicionado e utilizar os equipamentos de forma racional. Nossa agenda é permanente, porque cuidar do meio ambiente é um compromisso diário”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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