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Polícia Civil prende homem por posse ilegal de arma de fogo em Cáceres

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 33 anos, pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, em Cáceres. A prisão ocorreu em flagrante, nesta terça-feira (3.2), em continuidade às investigações voltadas ao combate ao crime no município, no âmbito da segunda fase da Operação Cortina de Ferro, deflagrada pela equipe da Delegacia de Polícia Civil de Cáceres.

Durante os trabalhos investigativos, os policiais civis receberam informações de que um indivíduo estaria na posse de uma arma de fogo, supostamente para se defender de faccionados rivais. A denúncia também indicava que o suspeito teria envolvimento com o tráfico de drogas na região. Além disso, levantamento realizado pela equipe policial identificou a existência de um mandado de prisão civil em aberto contra o investigado, decorrente de dívida de pensão alimentícia.

Diante dos elementos denunciados e da constatação da existência do mandado de prisão em aberto, a equipe policial deslocou-se até as proximidades da residência do investigado para averiguação. No local, o suspeito foi avistado com volume aparente sob as vestes, gerando suspeita de porte de arma, além de apresentar comportamento suspeito, circunstâncias que motivaram a realização da abordagem policial.

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Durante a abordagem, foi confirmada a existência do mandado de prisão em aberto em desfavor do investigado, sendo-lhe dada voz de prisão. No interior do imóvel, os policiais localizaram uma arma de fogo, calibre .38, municiada, além de quantias em dinheiro em espécie, espalhadas pelos cômodos, situação compatível com o recolhimento de valores provenientes da comercialização de entorpecentes.

Em razão do flagrante, do cumprimento do mandado de prisão e das evidências constatadas no local, o homem foi conduzido à Delegacia de Polícia de Cáceres para a adoção das providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende dois investigados por fraudes em reformas de estofados em Cuiabá

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (14.10), a Operação Tapeçaria do Crime 2. A ação cumpriu quatro ordens judiciais de prisão contra dois homens investigados por operarem um esquema de fraudes contra consumidores que contratavam serviços de reforma de móveis e estofados na capital.

A operação, coordenada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), teve como alvos dois suspeitos, de 45 e 27 anos. A Justiça decretou a prisão preventiva de ambos.

O mandado contra um dos suspeitos foi cumprido na própria unidade penitenciária onde ele já se encontra detido. O suspeito havia sido preso previamente na primeira fase da operação, realizada em abril deste ano, por suspeita de praticar fraudes idênticas.

As investigações, conduzidas no âmbito de dois inquéritos policiais, apontam o registro de ao menos 21 vítimas diretas, além de dezenas de ocorrências relatando o mesmo padrão de atuação.

Os suspeitos utilizavam uma estratégia bem estruturada de captação de clientes. Primeiro, a dupla veiculava propagandas nas redes sociais oferecendo restauração de sofás, poltronas e cadeiras com preços abaixo do mercado e prazos de entrega muito curtos.

Após o contato inicial, os suspeitos, se passando por prestadores de serviços, iam até as residências dos clientes, recolhiam os móveis e exigiam pagamento antecipado por meio de PIX ou cartão de crédito. Os serviços não eram executados e, em grande parte dos casos, os estofados não eram devolvidos. Ao serem cobrados pelas vítimas, os investigados apresentavam diversas justificativas alegando problemas operacionais ou falta de insumos, até interromperem o contato e bloquearem as vítimas.

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Prejuízo financeiro

A investigação revelou um alto prejuízo financeiro e transtorno pessoal por parte das vítimas. Algumas encontraram seus móveis abandonados, desmontados e deteriorados em galpões utilizados pelos suspeitos.

Em alguns casos, as vítimas precisaram comprar novos estofados para a residência enquanto ainda quitavam as parcelas das reformas que nunca foram entregues. As investigações apontaram que o esquema afetou principalmente idosos e famílias de baixa renda, que comprometeram parcelas significativas do orçamento com a falsa reforma.

Para dificultar a fiscalização e a localização pela polícia, os suspeitos mudavam constantemente de razões sociais, endereço e divulgavam localizações falsas nas redes sociais.

Decisão judicial

Em razão da reincidência do crime e do volume de lesados, a Justiça acolheu os pedidos da Decon. Além de decretar as prisões preventivas, o Poder Judiciário de Mato Grosso proibiu expressamente os dois investigados de exercerem qualquer atividade econômica relacionada à tapeçaria, incluindo confecção, reforma, restauração e comercialização de estofados, seja de forma direta ou por intermédio de terceiros.

Os investigados poderão responder pelo crime de estelionato qualificado, cuja pena pode chegar a oito anos de prisão, além de multa. A Polícia Civil segue investigando o caso, com objetivo de dimensionar o prejuízo total e identificar eventuais novas vítimas.

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Operação Tapeçaria do Crime

Quando da deflagração da primeira fase da Operação, em abril de 2026, dois suspeitos foram presos. À época, também chamou a atenção da equipe de investigação da Decon o descaso apresentado pelos criminosos com as vítimas.

Canais de denúncias

A Polícia Civil orienta que vítimas de crimes contra as relações de consumo podem procurar diretamente a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, na Rua General Otávio Neves, no 69, bairro Duque de Caxias I, em Cuiabá, ou encaminhar denúncias pelo e-mail decon@pjc.mt.gov.br .

As vítimas também podem registrar boletins de ocorrência em qualquer delegacia da Polícia Civil, ou pela Delegacia Digital (https://delegaciadigital.pjc.mt.gov.br/). Denúncias também podem ser encaminhadas pelo telefone 197.



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