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Batalhão Ambiental prende homem por posse ilegal de arma de fogo em Arenápolis

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Um homem de 65 anos foi preso pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar por porte ilegal de arma na rodovia MT-160, próximo à cidade de Arenápolis (a 234km de Cuiabá). A prisão foi realizada nesta terça-feira (01.11), após o suspeito ser encontrado com um revólver calibre .38 e munições

Por volta das 17h, os policiais militares do Batalhão Ambiental abordaram um homem em uma caminhonete, na rodovia MT-160. Em vistoria ao veículo, encontraram um revólver calibre .38, com seis munições intactas.

Ao ser indagado sobre a procedência da arma de fogo, o suspeito relatou ser de sua propriedade há mais de 10 anos, mas que não possuía documentação para a comprovação da legalidade do porte.

Diante dos fatos, recebeu voz de prisão por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. O suspeito foi encaminhado para a Delegacia, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

(Texto sob supervisão de Hallef Oliveira)

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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