CUIABÁ

Cidades

Rede municipal de Cuiabá inicia aulas hoje com mais de 61 mil alunos atendidos

Publicados

Cidades

As aulas da rede municipal de ensino de Cuiabá começam hoje, 2 de fevereiro, com atendimento a mais de 61 mil estudantes distribuídos em 174 unidades escolares da capital. O início do ano letivo marca a conclusão do planejamento pedagógico, administrativo e operacional da Secretaria Municipal de Educação, que garante o funcionamento pleno das unidades desde o primeiro dia de aula.

A rede municipal atende alunos da educação infantil ao ensino fundamental, incluindo creches, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI), Centros Educacionais Infantis Cuiabano (CEIC), Centro Emergencial de Educação Infantil (CEEI) e Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), além das unidades do campo. Nas escolas, o horário regular é das 7h às 11h, no período matutino, e das 13h às 17h, no vespertino. Já as creches funcionam das 6h às 18h. Em algumas unidades, os horários podem variar conforme a organização interna, e a orientação é que os pais confirmem diretamente com a escola.

A Secretaria Municipal de Educação confirmou ainda que cerca de 2 mil alunos com laudo de deficiência receberão Atendimento Educacional Especializado, com estrutura preparada para assegurar inclusão, acessibilidade e acompanhamento pedagógico adequado.

Leia Também:  Prefeito e primeira-dama prestam condolências pela morte de Adelina Siqueira Campos

De acordo com o secretário municipal de Educação, Amauri Monge Fernandes, todo o planejamento foi concluído dentro do cronograma. Segundo ele, as equipes estão mobilizadas para garantir o cumprimento dos 200 dias letivos, a regularidade do calendário escolar e a qualidade do ensino oferecido.

Outro destaque é a logística de materiais escolares. A Prefeitura de Cuiabá iniciou a distribuição de mais de 61 mil kits escolares, além de reserva técnica, diretamente nas unidades. A entrega começa nesta primeira semana de fevereiro e seguirá até o mês de março.

Paralelamente ao início das aulas, a gestão municipal mantém serviços de obras em 34 unidades escolares, com melhorias em telhados, parte elétrica, pintura, cozinhas, acessibilidade e outros ajustes estruturais. Três unidades recebem reforma geral: as escolas Esmeralda Campos Fortes, Juscelino José Reiners e a creche Santa Inês.

Com a rede organizada, estrutura pedagógica definida e obras em andamento, Cuiabá inicia o ano letivo de 2026 com atendimento regular aos estudantes e estabilidade no funcionamento das unidades escolares desde este primeiro dia de aula.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Leia Também:  Sine Cuiabá disponibiliza 40 vagas para Operador de Caixa



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Rondonópolis

Exposição “Patrimônio Material e Imaterial – da Arquitetura à Música” ocupa Rosa Bororo até 25 de novembro

Publicados

em

A Secretaria Adjunta de Cultura e
Juventude realiza a exposição “Patrimônio Material e Imaterial –
da Arquitetura à Música” no Museu Rosa Bororo, que se encontra em
frente à Praça Brasil, na esquina entre a Rua Arnaldo Estevão de
Figueiredo e a Avenida Cuiabá, no Centro. A mostra está aberta ao
público de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e segue até o dia
25 de novembro.

“Dentro
da história, patrimônio é um conceito indispensável para se
pensar a formação cultural do cidadão. E nessa
mostra abordamos,
com as obras
expostas, temas tanto universais quanto
estaduais e
locais”, detalha um dos
curadores
da mostra, Carlos Henrique Ramos
Silvério, que é gerente da
Divisão de Patrimônio, Museu e Comunidades Tradicionais na
Secretaria Adjunta de Cultura e Juventude.

Contrapondo
o antigo e o contemporâneo, o abstrato e o concreto, o acervo
exibido reflete a materialidade e a imaterialidade das tradições
deixadas e, também, dos costumes, valores e crenças de outrora e
dos que vêm sendo construídos no dia a dia tanto da nação
brasileira quanto do Estado de Mato Grosso e da cultura
rondonopolitana.

O
moedor e o torrador de café assim como a cabaça que armazenava água
a ser transportada em longos percursos fazem o público voltar ao
passado. A economia de Rondonópolis é
ressaltada com o carro de boi que
carregava
as commodities produzidas no município, fazendo referência ao
agronegócio, segundo Carlos.
Já o tear aciona uma memória
universal, que é mencionada até mesmo em contos de fadas infantis.
Também estão expostos o milho, o algodão e o arroz.

Leia Também:  Fiuk surge em clima de romance com loira misteriosa e intriga fãs: ‘Sabor energético’

Durante
o passeio pelo equipamento cultural, o visitante vai poder contemplar
a viola tradicional e a viola de cocho e conhecer os estágios da
construção desta última. “A viola de cocho
é a versão mato-grossense da viola caipira, construída
com materiais encontrados
no Mato Grosso, como a cola oriunda da vesícula de piranha, as
cordas de tripa de macaco bugio ou cervo
do cerado”, explica o curador,
chamando atenção para as cores
pintadas no instrumento – outro registro notadamente
estadual. Carlos
ainda pontua: “Encontramos o
patrimônio material no próprio objeto da viola de cocho e o
imaterial na forma de fazer, com materiais
encontrados no Mato Grosso”.

Na
culinária, o pixé aparece como patrimônio material enquanto
alimento e imaterial enquanto receita que tem seu jeito peculiar de
ser produzido, com os ingredientes e a forma específica de
cozinhá-lo.

Quando
o olhar é lançado sobre a arquitetura, uma sobreposição entre o
passado e o presente traz uma maquete de uma casa simples e
rudimentar de adobe e outra de um edifício que rasga o céu.
Paralelamente, no mobiliário e decoração de interiores, há o
simples e o suntuoso, como uma cadeira requintada entalhada com
detalhes feitos manualmente e um banquinho pequeno e modesto, além
da moringa dialogando com um filtro de barro.

Leia Também:  Cuiabá adere aos cursos da “Escola On, Violência Off”; saiba como se inscrever

Vestimentas
caipiras, lampiões a gás e alimentados com querosene, tapete
original de couro de vaca, sela de cavalo, discos de vinil e um
espaço dedicado à capoeira com atabaque, chocalho, berimbau e
cordas coloridas que representam os níveis de graduação na
capoeira são mais algumas peças exibidas na abordagem. 

“Nossa
ideia foi trazer um pouco do pantaneiro,
do sulista, do nordestino e do mineiro, que são as culturas
prevalentes na formação de Rondonópolis”, afirma o gerente.

Tem
sido recorrente a presença de turmas escolares em praticamente todas
as mostras que estão ocorrendo no Rosa Bororo, de acordo com Carlos.
“Temos recebido, a cada exposição, aproximadamente mil
estudantes, tanto de escolas públicas como privadas. Nessas
visitações são promovidas oficinas sobre o assunto da mostra
exposta no momento da visita”, comenta ele, que ainda acrescenta:
“Mas acolhemos toda a população, sejam alunos de colégios e
faculdades, idosos, jovens, crianças, famílias inteiras, turistas e
trabalhadores locais, enfim, todas as pessoas que desejem conhecer um
pouco de história e cultura são bem-vindas no Museu Rosa Bororo”.

Classes
escolares ou de universidades que queiram agendar uma visita, podem
entrar em contato pelo WhatsApp (66) 9 9675-8889.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA