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Polícia Civil prende em MT condenado a 24 anos de prisão por roubo em Goiás

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A Polícia Civil prendeu, nessa sexta-feira (23.01), em Confresa, um homem, de 51 anos, condenado a 24 anos de prisão, por um roubo ocorrido em Goiás.

A prisão ocorreu após a Polícia Civil receber uma denúncia anônima dizendo que havia um foragido em frente a um supermercado, descrevendo as vestes do suspeito.

Uma equipe da Delegacia de Confresa foi até o local indicado e encontrou o suspeito. Questionado, ele informou seu nome e o de sua mãe e o mandado de prisão em aberto, da 2ª Vara de Execução Penal de Goiânia, foi confirmado.

O mandado foi expedido em março de 2025 e é decorrente de condenação transitada em julgado, com pena em regime prisional inicial fechada.

Ele foi levado para a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Confresa, onde ficou à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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