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Luau “Ondas Eternas” reúne multidão na Orla do Porto

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Nem mesmo a chuva intensa que antecedeu o início da programação foi capaz de diminuir o entusiasmo do público que compareceu ao Luau “Ondas Eternas”, realizado na tarde de domingo (18), na Orla do Porto, em frente ao Museu do Rio Cuiabá e ao Aquário Municipal. Assim que o tempo firmou, a área foi tomada por aproximadamente 3 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, vindos de Cuiabá, Várzea Grande e de diversos municípios do interior de Mato Grosso.

O evento, promovido pelo grupo FJU (Força Jovem Universal), contou com o apoio da Prefeitura de Cuiabá, que cedeu o espaço do Complexo Biocultural do Porto para a realização de uma celebração marcada por música, mensagens de paz, esperança e integração comunitária. O palco montado ao lado do Museu do Rio tornou-se ponto de encontro para um público diverso, que ocupou toda a orla e aproveitou a programação mesmo após cerca de uma hora de chuva forte.

A escolha do local foi amplamente elogiada pelos participantes, que destacaram a estrutura, o ambiente familiar e a oportunidade de aliar o evento a opções de lazer e entretenimento oferecidas pelo Museu do Rio e pelo Aquário Municipal. Muitos aproveitaram o domingo para conhecer, pela primeira vez, esses equipamentos públicos que integram o Complexo Biocultural do Porto.

Moradora do bairro 15 de Maio, em Várzea Grande, Rosinete, de 49 anos, participou do luau acompanhada do neto Nicolas, de 8 anos, e ressaltou a importância da iniciativa. Para ela, a abertura do espaço pela prefeitura possibilitou não apenas um momento de celebração, mas também o acesso à cultura. Encantada com a visita ao Museu do Rio e ao Aquário, destacou a grandiosidade dos peixes e afirmou que pretende retornar ao local com outros familiares.

A presença de jovens também foi marcante. Pedro, de 28 anos, morador de Várzea Grande, participou pela segunda vez do Luau e avaliou positivamente a iniciativa do poder público em apoiar eventos dessa natureza. Segundo ele, ações como essa fortalecem a convivência entre jovens de diferentes cidades e até de outros estados. Mesmo com a chuva, o clima foi de animação e celebração.

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Para Lanai, de 21 anos, moradora do bairro Doutor Fábio, a proposta do Luau é uma forma de aproximar a juventude da espiritualidade em um ambiente aberto, acessível e acolhedor. Já Eduardo Martins Moreira, de 25 anos, destacou que o evento oferece alternativas saudáveis de lazer aos domingos, reunindo crianças e jovens em um espaço seguro e bem estruturado.

O caráter familiar também foi enfatizado por Patrícia, do bairro Cristo Rei, que participou pela segunda vez do Luau. Ela ressaltou o clima de união e tranquilidade do evento, livre de conflitos, e destacou como ponto alto a visita ao Aquário Municipal. Encantada com espécies como o dourado, afirmou que pretende levar a mãe, de 76 anos, para conhecer o espaço. Para ela, o evento proporcionou um contato valioso com a cultura e a fauna regional.

A adolescente Poliana, de 14 anos, também do Cristo Rei, avaliou a edição deste ano como ainda mais animada e destacou a amplitude e ventilação do local. Já Luiz Henrique, de 13 anos, morador do Dom Aquino, observou que a visibilidade do espaço favorece a participação espontânea de quem passa pela orla, além de oferecer mais conforto e opções de entretenimento em comparação a edições anteriores.

Participando pela primeira vez, Vivian, do bairro Santa Terezinha, destacou que o Luau uniu o útil ao agradável ao reunir fé, lazer e convivência familiar em um dos principais cartões-postais da cidade. Para ela, espaços públicos como o Complexo Biocultural do Porto deveriam ser utilizados com mais frequência para atividades culturais e comunitárias.

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A diretora do Complexo Biocultural do Porto, Célia Moura, destacou a energia do público como reflexo do potencial do espaço. Segundo ela, a presença massiva da juventude em um evento pacífico e organizado reforça o papel do Porto como um polo de cultura, lazer e grandes experiências para a população.

O coordenador do Luau “Ondas Eternas”, pastor Elieder Almeida, ressaltou a parceria com a Prefeitura de Cuiabá como fundamental para o sucesso da edição deste ano. Ele destacou que a mudança para o novo espaço trouxe mais conforto às famílias, ampliou a visibilidade do evento e contribuiu para fomentar o comércio local e valorizar os atrativos turísticos da capital. “Unimos o útil ao agradável em uma edição muito especial, com a presença de jovens e famílias de várias regiões do estado”, afirmou.

A programação iniciou por volta das 16h e seguiu normalmente mesmo com a chuva inicial. A palestra temática “Ondas Passageiras e Ondas Eternas”, ministrada pelo pastor Aldo, e a oração final conduzida pelo pastor Renê marcaram o encerramento do evento, que já se consolida como tradição anual no mês de janeiro.

A estrutura de segurança e saúde também foi um dos pontos positivos. O enfermeiro de resgate Anderson Martins, dos Bombeiros Civis da Viver Treinamentos, destacou a importância da presença de equipes especializadas em eventos públicos, garantindo atendimento rápido e segurança ao público, conforme exigência legal.

Ao final, a organização agradeceu o apoio da Prefeitura de Cuiabá, do prefeito Abílio, do vereador Eduardo Magalhães e de órgãos como a Semob, Samu, Polícia Militar e Bombeiros Civis e Militares. O sucesso do Luau “Ondas Eternas” reforça o potencial do Complexo Biocultural do Porto como espaço de convivência, cultura e lazer, além de evidenciar a importância de parcerias que promovem eventos saudáveis, acessíveis e de interesse público.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Rondonópolis

Prefeitura retira em um ano o equivalente a 1.500 caminhões de lixo descartado irregularmente

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de
Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap), retirou
aproximadamente 9,8 mil toneladas de lixo descartado irregularmente
na cidade em um período de um ano. Esse material foi retirado dos
chamados “bolsões de lixo”, que são locais onde ocorre o
descarte irregular de resíduos como móveis usados, eletrodomésticos
inutilizados, restos de construção, podas de árvores, entre outros
materiais inservíveis.

Segundo dados da
Semmaap, foram retirados aproximadamente 9,8 mil toneladas de lixo
desses “bolsões” entre julho de 2025 e julho deste ano.
Considerando que cada caminhão toco pode transportar até 6,5
toneladas de lixo, foram necessários 1,5 mil caminhões para fazer a
destinação correta desses materiais retirados dos “bolsões”
para o aterro sanitário do Município.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária, Álvaro Fachin,
destaca que o descarte irregular de lixo é o maior problema
ambiental enfrentado em Rondonópolis atualmente e reforça que a
gestão vem atuando com foco para reverter esse quadro.

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A maior parte dos
materiais descartados irregularmente em Rondonópolis são entulhos
da construção civil, móveis e eletrodomésticos inservíveis,
restos e podas de árvores e até lixo doméstico.

Hoje, conforme
explica o secretário, o descarte é feito sempre nos mesmos locais,
formando os chamados “bolsões de lixo”, que estão localizados,
em geral, próximos aos ecopontos. “Esses bolsões são limpos
inúmeras vezes, mas há reincidência do descarte irregular nestes
mesmos locais”, pontua.

Além da limpeza das
áreas, Fachin ressalta que a gestão municipal realiza fiscalização
constante nestes locais, com aplicação de multa para os infratores
identificados. O infrator pode ser multado administrativamente em
valores de vão de R$ 2,3 mil até R$ 4 milhões, dependendo do tipo
de material descartado, do volume e da reincidência. Pode também
responder nas esferas civil e criminal pelo descarte irregular.

DESTINO CORRETO DO
LIXO

Rondonópolis conta
hoje com quatro ecopontos localizados no Residencial Paiaguás, Vila
Paulista, Rodovia do Peixe e Vila Operária. Após uma determinação
do prefeito Cláudio Ferreira, os locais agora funcionam das 6h até às 18h, todos os dias, inclusive aos finais de semana. Podem ser
descartados nos ecopontos: móveis e eletrodomésticos em geral
(cama, guarda-roupa, sofá, geladeira, fogão); galhos; restos de
concreto, entulho no geral, gesso; plástico, papelão, metal,
sucata, equipamentos eletrônicos, entre outros.

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