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Rondonópolis fecha trimestre com saldo positivo de empregos

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Desde o início do ano Rondonópolis vem mantendo o saldo positivo no número de novos postos de trabalho. É o que aponta a última pesquisa divulgada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cujo saldo no primeiro trimestre ficou positivo com 2.113 empregos no município, resultado da diferença entre o número de admissões pelo número de demissões no período.

O saldo também se manteve positivo no mês de março com saldo de 355 novos empregos, que equivalem a diferença de 4.977 admissões menos 4.622 desligamentos, o que colocou Rondonópolis em segundo lugar no ranking estadual, ficando abaixo apenas da capital Cuiabá, que ficou com saldo de 428 novos postos de trabalho.

Uma das maiores cidades do interior do estado, Rondonópolis fecha o mês de março com 79.196 pessoas empregadas. O setor da construção civil foi que segurou o saldo positivo do mês de março em Rondonópolis, tendo registrado 276 novos postos, número cerca de seis vezes maior do que o verificado em fevereiro. A prestação de serviços também fechou positiva, com saldo de 243 empregos, desses foram registrados 2.018 desligamentos e 2.261 admissões.

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Apesar de ter ficado com saldo positivo de 25.854 empregos formais no primeiro trimestre, Mato Grosso fechou março negativo com -3.544 vagas de trabalho, cujos desligamentos 57.354 superaram as 53.810 admissões.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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