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Sema assume vice-presidência em câmara técnica do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) assumiu, nesta terça-feira (29.4), a vice-presidência da Câmara Técnica Permanente para Articulação Interfederativa (CTP), do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo (Comif), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). A iniciativa tem como objetivo compartilhar e alinhar as ações do Governo Federal e dos Estados no enfrentamento aos incêndios florestais.

O grupo é composto por dez membros, entre representantes dos governos federal e estaduais, além da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (Anamma) e da sociedade civil.

“Essa Câmara é estratégica e permitirá a articulação para viabilizar projetos específicos, incluindo a liberação de recursos e a implementação de infraestrutura nos estados da região Amazônica”, ressaltou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

O secretário extraordinário de Controle de Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, André Lima, destacou a importância da iniciativa para fortalecer a interlocução e a ação integrada com os estados. “A instalação da Câmara Técnica cria um espaço de diálogo permanente entre os governos federal, estaduais e municipais, reforçando as ações de prevenção, preparação e combate aos incêndios florestais”, afirmou.

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Presidido pelo MMA, o Comif reúne órgãos federais, estaduais, municipais e representantes da sociedade civil. Instalado há seis meses, o Comitê já realizou diversas reuniões plenárias e de grupos de trabalho. Até o momento, foram aprovadas duas resoluções, três recomendações, cinco grupos de trabalho, além da criação da Câmara Técnica de Articulação Interfederativa.

Gestão do fogo em Mato Grosso

Também na terça-feira (29), o Comitê Estadual de Gestão do Fogo de Mato Grosso, presidido pela Sema, realizou sua 3ª Reunião Ordinária do ano. A pauta incluiu debates sobre alterações legislativas que impactam a atuação do comitê, além da utilização de evidências científicas na prevenção aos incêndios florestais.

Participaram da discussão a promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente Natural em Cuiabá, Ana Luíza Ávila Peterlini, e o coordenador do Núcleo de Pesquisa e Estudos sobre Desastres da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn.

Durante a reunião, também foram apresentados os resultados iniciais dos trabalhos das Câmaras Técnicas Permanentes do Comitê Estadual de Gestão do Fogo.

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Participação da sociedade

A população tem até o dia 10 de maio para enviar sugestões ao Comitê Estadual de Gestão do Fogo, com o objetivo de contribuir para a construção de estratégias de enfrentamento aos incêndios florestais em Mato Grosso. Para participar, basta acessar o formulário online – clique aqui para acessá-lo.

Segundo o secretário executivo do Comitê, coronel Dércio Santos da Silva, a iniciativa busca promover a participação da sociedade civil no aprimoramento das ações que serão desenvolvidas ao longo deste ano e nos próximos.

O levantamento está estruturado em quatro etapas: prevenção, preparação, resposta e responsabilização. As sugestões serão analisadas pelas Câmaras Técnicas e, caso consideradas viáveis, poderão ser incluídas nos instrumentos estratégicos das agências que integram o Comitê, com vigência a partir de 2025.

Fonte: Governo MT – MT

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Professor da UFMT é condenado por perseguição contra ex-companheira em Cuiabá

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O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, foi condenado pela 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá pelo crime de perseguição contra a ex-companheira. A decisão fixou pena de 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além do pagamento de R$ 3 mil por danos morais.

De acordo com a sentença, o caso envolve episódios registrados em 2022, quando o professor teria enviado diversos e-mails à vítima, insistindo em retomar o contato mesmo após ela limitar a comunicação a assuntos relacionados aos filhos. Para a Justiça, as mensagens apresentavam caráter insistente e intimidatório.

A defesa questionou a validade dos e-mails e pediu a anulação de uma audiência, mas os argumentos foram rejeitados pelo magistrado, que considerou as provas suficientes para a condenação.

A pena foi suspensa por dois anos, mediante o cumprimento de condições impostas pela Justiça. O professor poderá recorrer da decisão em liberdade.

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