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Styvenson defende poder de polícia para guardas municipais

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Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (24), o senador Styvenson Valentim (PSDB-RN) defendeu a atribuição de poder de polícia às guardas municipais. A ideia do senador é apresentar uma alteração à PEC 37/2022, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que inclui as guardas municipais entre os órgãos de segurança pública.

Hoje, essas corporações têm a função de proteger os serviços e instalações públicas e podem fazer patrulhamento preventivo, mas não podem fazer policiamento ostensivo, investigações, abordagens ou prisões (exceto em caso de flagrante).

— Eu estou falando de um número de mais de 100 mil homens e mulheres que podem reforçar a segurança pública, com abordagem, com ostensividade, com buscas em veículos. Não é só um nome na viatura, na farda — explicou.

Styvenson também criticou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, segundo ele, impede os municípios de conceder esse poder às guardas municipais. Para o senador, essa limitação reforça a “urgência” de uma mudança constitucional. Ele argumentou que “a atuação dessas corporações poderia fortalecer a segurança pública”, aproveitando um contingente de mais de 100 mil profissionais já presentes em mais de 1.300 municípios.

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— Se Natal quiser elevar a categoria da guarda para polícia, não pode, porque existe uma decisão que não permite isso. Então, essa emenda vai dar poder para a população ser defendida também pelas polícias municipais. Se tiver uma ocorrência em qualquer lugar do Brasil, não interessa ao cidadão se [quem atende] é policial de trânsito, federal, rodoviário, bombeiro, [da] segurança privada. A população vai saber que aquela pessoa pode ajudar — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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