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Polícia Civil de MT recebe visita da Diretoria do Fundo Nacional de Segurança Pública

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A Diretoria da Polícia Civil de Mato Grosso recebeu a visita institucional da Diretoria do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, nesta segunda-feira (14.04), em Cuiabá.

O encontro técnico, ato de recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU), teve como objetivo a fiscalização e auditoria acerca do uso e execução dos recursos financeiros, transferidos pelo Governo Federal através do Fundo Nacional de Segurança Pública aos Estados.

A delegada-geral, Daniela Maidel, junto com os diretores, recepcionaram a comitiva liderada pela diretora Camila Pintarelli. Os representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, conheceu primeiramente alguns dos investimentos em tecnologia, que possibilitaram a criação e desenvolvimento do “Geia”, sistema único de funcionalidades da Polícia Civil.

Foram apresentados os serviços digitais implantados pela instituição mato-grossense, e que vem proporcionado a organização tanto administrativa quanto investigativa. Esses avanços reforçam a importância em atender a crescente demanda de investir na tecnologia de segurança. Uns dos investimentos alcançados através da aplicação dos recursos oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública, foram a instalação de leitores biométricos em todas as delegacias do estado e o reconhecimento facial.

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Durante a reunião institucional também foi demonstrado o trabalho de capacitação continuada promovido com os recursos federais, pela Academia de Polícia Civil, buscando o aperfeiçoamento e treinamento dos servidores, que além da capacitação técnica reflete na valorização e reconhecimento do profissional.

A unidade de ensino da Polícia Civil tem colocado cada vez mas em prática a preparação das habilidades investigativas, elaborando atividades e instruções com preparo e inteligência, assim contribuindo com o fortalecimento da segurança pública e a prestado de serviço de qualidade.

Conforme a diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, o FNSP apoia projetos de segurança pública e prevenção à violência, bem como financia ações destinadas a reequipamento, treinamento e qualificação de policiais e servidores da área em todo Brasil.

“Como gestora do Fundo Nacional de Segurança Pública parabenizo a Polícia Civil de Mato Grosso pelas excelentes ações e práticas implementadas, o que traz alegria e segurança ao verificar que de fato os recursos disponibilizados pela Governo Federal estão sendo aplicados de forma eficiente’, elogiou a diretora Camila Pintarelli.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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