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Forças de segurança de MT apreendem cerca de 500 quilos de cloridrato de cocaína e causam prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções

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As forças de segurança apreenderam, nesta quinta-feira (10.4), cerca de 500 quilos de cloridrato de cocaína em uma aeronave na zona rural do município de Colniza (a 1.050 km de Cuiabá). O prejuízo estimado às facções criminosas é de R$ 12,5 milhões com a apreensão da droga.

A ação faz parte da operação Protetor das Fronteiras e Divisas e contou com a atuação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), 8º Comando Regional da Polícia Militar, 11ª Companhia Independente de Colniza e Polícia Federal.

A droga estava dividida em 12 fardos e foi localizada na aeronave após troca de informações entre as forças de segurança na região entre os estados de Mato Grosso e Rondônia. Além do entorpecente, foi apreendida uma arma de fogo com seis munições intactas. O piloto conseguiu fugir e está sendo procurado.

Diante dos fatos, os materiais apreendidos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Porto Velho (RO), para as devidas providências.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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