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Alunos do Cmei Antonio Vanier participam do projeto “Financinhas” do Instituto Sicoob

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Alunos do 5º agrupamento da educação infantil do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Antonio Vanier visitaram nesta quinta-feira (20) a agência Sicoob Unicidades, da avenida Lions Internacional de Rondonópolis. Os estudantes estão participando do projeto “Financinhas” do Instituto Sicoob e nesta fase puderam conhecer o funcionamento de uma instituição financeira.

O projeto, conforme explica o gestor da agência, voluntário do Instituto Sicoob, Paulo Souza, tem o objetivo de levar educação financeira para as crianças menores, de até cinco anos, em comunidades em que as agências estão inseridas. A equipe da agência procurou o Cmei, apresentou o projeto, e a direção da unidade abriu as portas para receber os voluntários do “Financinhas”.

Maurício Renner/Gcom

A diretora do Cmei Antonio Vanier, Viviane Soares, destaca que duas turmas do 5º agrupamento, que são crianças de 5 anos, estão participando do projeto “Financinhas”. “Eles nos apresentaram o projeto e entendemos que é muito importante a educação financeira nesta faixa etária, já que é a fase em que as crianças começam a aprender o que é o dinheiro”, disse.

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O gerente regional do Sicoob Unicidades, César Vicintini, acrescenta que o projeto “Financinhas” faz analogias lúdicas para que as crianças possam entender, por exemplo, que o dinheiro não vem do caixa eletrônico, ou do PIX, ou do cartão, ele vem do papai e da mamãe”, exemplifica.

O projeto deve continuar com novas ações ao longo do ano com os alunos do Cmei Antonio Vanier. “Nós fazemos esse acompanhamento das turmas que participam do projeto e a ideia é fazer ações ao menos uma vez por mês”, explica Souza que acrescenta que na terça-feira (19), voluntários do projeto estiveram no Cmei numa ação de contação de histórias.

Maurício Renner/Gcom

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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