POLÍCIA
PRF prende três motoristas por embriaguez ao volante em diferentes cidades de Mato Grosso
POLÍCIA
Em ações realizadas nos dias 15 e 16 de março, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu três motoristas por embriaguez ao volante em Sinop, Cuiabá e Pontes e Lacerda, em Mato Grosso.
Na noite de sábado (15), na BR-163, km 635, em Sinop-MT, os agentes flagraram um veículo realizando manobras perigosas, como “cavalo de pau” e mudanças bruscas de faixa. O condutor apresentava sinais de embriaguez, e o teste do bafômetro acusou 0,95 mg/L de álcool no ar expelido, valor considerado crime de trânsito. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Civil.
Outra ocorrência registrada na noite de sábado (15), na BR-174, km 288, em Pontes e Lacerda-MT. Um motociclista realizava manobras perigosas e, ao ser submetido ao teste do bafômetro, apresentou 0,94 mg/L de álcool no ar expelido. Ele foi preso e encaminhado à Polícia Civil, enquanto a motocicleta foi removida ao pátio contratado da PRF.
Já na manhã de domingo (16), na BR-070, km 500, em Cuiabá-MT, a PRF abordou um veículo e constatou que o condutor apresentava 0,72 mg/L de álcool no ar expelido. Ele também foi preso em flagrante, e o veículo foi removido ao pátio da PRF.
A PRF reforça seu compromisso com a segurança no trânsito, combatendo a embriaguez ao volante e garantindo a proteção de todos os usuários das rodovias federais.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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