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Investigados pela Polícia Civil por crimes de violência doméstica são presos no interior

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Três homens investigados por crimes no âmbito da violência doméstica foram presos nesta semana pela Polícia Civil, em Mirassol d’Oeste e Curvelândia, ambas na região oeste do estado.

Um dos mandados de prisão preventiva teve como alvo um homem de 56 anos, preso nesta sexta-feira (11). Ele foi detido em sua residência, no Parque Morumbi, pela equipe da Delegacia de Mirassol d’Oeste pelo crime de ameaça.

Na quinta-feira, a ex-mulher do agressor procurou a delegacia e comunicou que além de descumprir as medidas protetivas, o ex-marido a estava ameaçando com uma faca e perseguindo e espreitando-a em seu trabalho, dizendo abertamente que iria matá-la. Diante das informações, a Polícia Civil representou pela prisão do suspeito, que foi decretada pelo juízo da 3a Vara Criminal da comarca.

Outras prisões

Na quarta-feira (09), foi preso um suspeito de agressão contra a ex-companheira. O homem de 35 anos foi detido no bairro Favo de Mel em cumprimento a um mandado expedido pelo crime de lesão corporal.

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A outra prisão foi efetuada contra um homem de 30 anos, em Curvelândia, nesta sexta-feira. Ele teve o mandado de prisão decretado após investigação da Polícia Civil que apurou os crimes de ameaça e lesão corporal cometidos contra sua ex-companheira.

Operação Resguardo

As prisões realizadas integram as ações da Operação Resguardo 2, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com as Polícias Civis dos 26 estados e Distrito Federal.

Em Mato Grosso, as oito Delegacias de Defesa da Mulher na região metropolitana e interior do estado, o Plantão 24h de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá e os Núcleos de Defesa da Mulher estão engajados na operação, que contará ainda com ações preventivas.

A operação tem foco na conclusão de procedimentos policiais, cumprimentos de mandados de prisão e de buscas, checagem de denúncias e fiscalização do cumprimento de medidas protetivas.

As ações das delegacias também estão levando orientações a vítimas que tiveram o descumprimento de medidas protetivas, além da checagem de denúncias e cumprimento de buscas em casos em que haja suspeita de armas de fogo em poder de suspeitos de atos de violência doméstica.

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A Operação Resguardo será concluída no dia 08 de março, com a divulgação do balanço geral das ações realizadas no período.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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