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Forças de segurança realizam coletiva sobre investigações e prisões de envolvidos no assassinato de adolescente grávida

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública realiza, nesta sexta-feira (14.3), às 7h30, na sede da Sesp, coletiva de imprensa sobre as investigações e prisões dos envolvidos no assassinato da adolescente E.A.S., 16 anos, ocorrido em Cuiabá.

O secretário de Segurança, coronel César Roveri, a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Fernando Carneiro, e o diretor-geral da Politec, Jaime Trevizan, atenderão à imprensa juntamente com o delegado Caio Albuquerque, responsável pelo inquérito, e o tenente-coronel Marcel, comandante do 10º Batalhão da Policia Militar, unidade responsável pela detenção da suspeita em uma maternidade de Cuiabá.

Serviço
Coletiva de Imprensa sobre o caso do assassinato de adolescente grávida em Cuiabá
Data: 14.3 (sexta-feira)
Horário: 7h30
Local: Sede da Sesp – Centro Político Administrativo, em Cuiabá

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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