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Polícia Civil apreende uma arma de fogo e prende foragido da Justiça

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Duas pessoas foram presas pela Polícia Civil em Nova Mutum (a 264 km ao norte de Cuiabá), após trabalho investigativo do Núcleo de Atendimento à Mulheres, para cumprimento de mandados judiciais.

A primeira ação foi nesta quarta-feira (12.3), na cidade de Sorriso, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão domiciliar pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum.

No endereço alvo da ordem judicial, a equipe apreendeu uma pistola e várias munições. Um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

O segundo preso, na segunda-feira (10), estava com o mandado de prisão preventiva e vinha sendo procurado pelo crime de estupro de vulnerável.

As prisões são resultados das diligências investigativas dos policiais civis do Núcleo de Atendimento à Mulheres, de Nova Mutum, que atende pessoas em situação de vulnerabilidade como crianças, adolescentes e idosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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