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Polícia Civil incinera 3,5 toneladas de drogas apreendidas pelas forças de segurança

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¿A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc), realizou a primeira incineração de entorpecentes de 2025 na manhã desta terça-feira (18.2), na fornalha de uma empresa localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá. Foram incinerados cerca de 3,5 toneladas de drogas, que foram apreendidos pelas forças de segurança na região metropolitana, no ano de 2024.

As drogas, entre maconha, pasta base, cocaína e drogas sintéticas, foram apreendidas em ações da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal, que geraram centenas de procedimentos na Denarc, entre inquéritos policiais, Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) e autos de prisão em flagrante.

A queima da droga ocorre com autorização judicial, contando com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pela conferência e lacre do entorpecente destinado à destruição.

O delegado titular da Denarc, Wilson Cibulski Júnior, destacou que a destruição do material ilícito apreendido reflete na redução não apenas do tráfico de drogas, mas também de outros crimes alimentados por facções criminosas financiadas por esta atividade.

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“O combate ao tráfico de drogas realizado pelas forças de segurança é constante e tem sido intensificado. A destruição da droga marca o fim do ciclo daquela droga, que foi retirada de circulação, representando um verdadeiro prejuízo para atividade do tráfico”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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