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Polícia Civil prende em Araputanga autor de homicídio ocorrido há quatro anos em Juína

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Policiais da Delegacia Regional de Juína cumpriram, nesta terça-feira (11.02), a prisão preventiva do autor de um homicídio ocorrido há quase quatro anos, no município. W.G.F.A, de 25 anos, foi localizado no município de Araputanga, na região oeste de Mato Grosso.

O mandado de prisão foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Juína, após W.G.F.A. ser identificado pela Polícia Civil como autor do homicídio de Luiz Antônio Felipe Gonçalves, de 25 anos.

O crime ocorreu no dia 13 de abril de 2021, no bairro Módulo 05, em Juína. A vítima, conhecida como ‘Dentão’, foi morta a disparos de arma de fogo por, supostamente, vender entorpecentes provenientes de fora da facção que monopoliza o tráfico na cidade.

Após a prisão, o capturado foi encaminhado à Delegacia Municipal de Araputanga e e em seguida será levado a uma unidade do Sistema Penitenciário local, onde permanecerá à disposição da justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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