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Em Brasília, prefeito afirma que não abre mão de fazer nova UPA

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Após audiência com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (29), o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, disse que não abrirá mão de construir uma nova e moderna UPA no município. A afirmativa do representante local foi feita diante da não obtenção nesse momento de recursos voltados para construção da unidade de saúde de urgência e emergência almejada pela nova gestão.

O prefeito esteve em Brasília junto com uma ampla comitiva de vereadores de Rondonópolis. Conforme Cláudio, é importante reforçar que a situação financeira deixada pela gestão municipal anterior foi muito ruim, especialmente na saúde, com falta de insumos, de medicamentos e imensa fila de pessoas por cirurgias e consultas. “A saúde em Rondonópolis ficou sucateada, deixada às moscas!”, avaliou.

Diante dessa audiência na capital federal, Cláudio explica que a Prefeitura de Rondonópolis vai procurar outros meios para viabilizar a nova UPA, ainda assim não quer dizer que desistiu de buscar o Governo Federal através de algum financiamento sem juros ou outra forma que a municipalidade tenha condições de captar recursos públicos. “A nossa prioridade em Rondonópolis é a construção de uma nova UPA, dar atenção à urgência e emergência que está muito precarizada”, reforçou.

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Nesse contexto, o prefeito adiantou que o deputado federal José Medeiros fez o compromisso de estar destinando R$ 10 milhões para a saúde de Rondonópolis, enquanto o deputado federal Rodrigo da Zaeli tem o compromisso de enviar mais R$ 5 milhões. Além disso, adiantou que vai atrás de outros parlamentares para que também coloquem dinheiro na saúde de Rondonópolis. Da mesma forma, pretende voltar a conversar com o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, sobre recursos para projetos da saúde em âmbito municipal.

Cláudio Ferreira acrescentou que também vem adotando boas práticas de gestão e cortando despesas, a exemplo da redução de 19 para 12 secretarias, a fim de assegurar recursos para projetos e obras prioritárias. “Vamos construir essa nova UPA que precisamos em Rondonópolis. Na verdade, queremos fazer duas novas UPAs na cidade, sendo uma região Salmen e outra na região do Jardim Atlântico, Grande Conquista”, ressaltou.

Por fim, o prefeito destacou que está confiante na parceria com a Câmara Municipal para enfrentar a difícil situação que o município vem passando na saúde, assim como no trabalho e competência da secretária Tânia Balbinotti à frente do setor. “Agradeço à Câmara que vem sendo parceira nesse momento que estamos passando e está empenhada em reestruturar a saúde de Rondonópolis”, externou.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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