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Investigado pela Polícia Civlil por estupro de vulnerável é preso em distrito do Amazonas

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Um homem investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso pelo crime de estupro de vulnerável, foi localizado no fim de semana, em um município no interior do Amazonas.

L.V., de 40 anos, foi preso após ação conjunta entre a Delegacia da Polícia Civil de Aripuanã e a equipe da PM do Distrito de Santo Antônio do Matupi.

Os policiais mato-grossenses informaram a equipe da PM de que o foragido destaria no distrito amazonense, após diversas buscas pelo criminoso nas cidades de Ji-Paraná (RO) e em Humaitá (AM).

No distrito, os policiais militares confirmaram que o criminoso estava em um apartamento e, após contato e verificação da identidade, o investigado afirmou ser procurado pelo crime de estrupo de vulnerável em Aripuanã e veio se esconder no distrito.

Ele foi conduzido a uma unidade policial, onde foi apresentado para os procedimentos legais.

Investigação

O crime foi registrado no dia 2 de novembro, no Distrito de Conselvan, em Aripuanã, e vitimou uma sobrinha-neta do investigado. Após a investigação da Delegacia da Polícia Civil, foi representado pela prisão do autor do crime.

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Durante as diligências para localização do criminoso, os policiais de Aripuanã foi à cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, e com apoio da Polícia Civil local apurou que o suspeito esteve na cidade e depois seguiu para o estado do Amazonas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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